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domingo, 3 de agosto de 2008

Agarrado à vida

Cabeça de Mouro, 01 de Junho de 2008.

2 comentários:

Lopes disse...

As áreas protegidas são jóias naturais, pelo menos merecem a nossa atenção, não se destinam à fruição de visitantes nem se devem reduzir a mais um produto de consumo, da máquina económica.
Esperamos que ninguém ofenda esta imagem e que daqui a alguns anos mais tarde a recordem novamente talvez como fragilidade, esperamos que aconteça o que acontece noutros países e que o turismo e as áreas protegidas se entendam para o bem de todos.
Lopes

N. disse...

Excelente fotografia! Será no Baldoeiro?? Existe algures no sítio do Baldoeiro, junto de uma sepultura escavada na rocha, uma oliveira que resiste ainda e sempre à intempérie e aos fogos de que já foi vítima. Que a pertinácia da árvore seja uma metáfora do existir transmontano, agarrado "ad aeternum" a estas fragas milenares... - No dia em que deixarmos de o estar e quisermos ser "mais uns", algures nas urbes do anonimato, é porque já não há transmontanos....
Parabéns ao Xo-oX por mais esta!
N.

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