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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Caça à Raposa II


Dado o interesse que tem suscitado o "quem é quem" da caçada à raposa (post anterior), para melhor identificação aqui fica a mesma fotografia, mas com uma numeração sobre cada caçador, para que os nossos visitantes possam dizer quem são, individualmente.
Basta clicar sobre a foto para aumentar e ver melhor os números; na opção "Comentários" podem dizer-nos quem lhes parece que sejam.
Como é evidente este é um "jogo" sobretudo para os mais velhos, ou para os descendentes dos representados na foto. Agradecemos desde já a vossa participação, devendo evitar, contudo, eventuais alcunhas que não sejam do agrado dos próprios ou seus familiares.

7 comentários:

jed disse...

O n.º 16 é Carlos José Diogo

Anónimo disse...

O Sr.Adriano (trabalhava na Conservatória do Registo Predial)
O Sr. Edmundo (C.R.Civil) 30
Dr. Teixeira 19
Professor Mendes 18
Adelino Menezes 20
Sr. António (fiscal da camara)13
Eng. Serra 7
O filho do Manuel do Reboredo 14(trabalhava no soto da Dona Beatriz)
Sr. César (lista do N.)28
Fredico Mesquita (lista do N.)35

Anónimo disse...

O Sr.Adriano (trabalhava na Conservatória do Registo Predial)
26

N. disse...

Ora assim já o "puzzle" começa a ganhar forma! Estou a fazer uma lista sequencial com a numeração correspondente e quando estiver completa (ou quase) será aqui também postada. Apenas uma observação: o Sr. César "Espanhol" a que me referi não era o nº 28, mas sim o nº 37 - foi varredor da Câmara e já faleceu. O facto de aí ainda ser novo, revela que a foto, a ser dos anos 60, deverá ser mesmo dos inícios dessa década. Seria interessante saber a data com mais precisão.
Aguardamos mais contribuições!
Abraço a todos,
N.

rogerio rodrigues disse...

Nesta fotografia encontro personagens que eu conheci na minha infância. O segundo ao lado esquerdo de joelhos é o César Martins, o pai do Zé Carmachinho ( um dos bons futebolistas, extremo-esquerdo como na altura se dizia dia Sporting de Moncorvo), que era considerado o melhor caçador de Moncorvo ainda que a sua espingarda fosse das mais baratas. Ao lado dele de boina, está o Durão, uma personagem controversa, de que valeria um dia mais tarde fazer uma pequena história, sobretudo na década de 50/in+icios de 60 quando era obrigat+orio manifestar o volume das colheitas. Muita gente das aldeias escondia parte do trigo que colhia para fugir ao manifesto. Tinham mesmo nas casa alçapões onde guardavam o trigo. Uma história que os mais velhos poderiam contar.

N. disse...

Tem razão o Rogério: o nº 28 é, efectivamente, o sr. César Martins que morava na Corredoura, na rua de Baixo, defronte do sr. Abel Vilela, ambos lavradores; lembro-me que coxeava de uma perna, e estou "a vê-lo" com o seu machinho pela arreata, levando-o a beber ao chafariz, infelizmente já desaparecido, que ficava ao lado do antigo ciclo preparatório (actualmente a clínica da Corredoura). Um filho do Sr. César veio a adquirir a tipografia Globo, criada pelos Afectos por volta de 1977 (e que funcionou onde está agora a Papelaria Nova).
O sr. Durão (nº 29) que o Rogério refere, será o que morou na R. dos Sapateiros?
Já agora, esqueceu-se de referir que o nº 9 parece que é o Sr. Álvaro Reis, mais conhecido por Álvaro "Manco", o campeão do jogo das damas, e que teve um quiosque na Praça (pai do Adriano e do Júlio Reis).
E que o nº. 21 parece ser o Sr. Alberto do Prado, como também me disse há dias.
Já agora, o nº 26 é o Sr Adriano Sousa, mais conhecido por Adriano "Sangra", que foi solicitador e chegou a ser vereador da Câmara em 1980, sendo autor da proposta que restabeleceu o feriado municipal de Torre de Moncorvo no dia de S. José (19 de Março).
Bem, ficamos a aguardar mais contributos.

Anónimo disse...

nr 24 Adriano Durão (irmão do Herculano Durão) latoeiro de profissão. nr 25 Amadeu Martins (alfaiate).
Penso que o RR estará enganado quanto ao "aplicador do manifesto sobre os cereais" já que na época era o Sr Pacheco pai do Adérito Pacheco.

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