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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Acontecimento do Ano 2008

A ideia da eleição do Acontecimento do ano de 2008, em Torre de Moncorvo, surgiu espontaneamente num comentário, no Blogue. Pareceu-me uma ideia interessante. Não é nada como eleger as 7 maravilhas do concelho, coisa que podemos fazer mais tarde, mas, como experiência, funcionou bem. Não vamos discutir os votações obtidas, coisa que possivelmente nos levaria a entrar em desacordo. Os resultados da votação foram os seguintes:
Barragem do Baixo Sabor (15) 18%
Centro de Memória de T.Moncorvo (2) 2%
Criação do Blog "À Descoberta" (22) 27%
Entrega de casas no novo bairro social (2) 2%
GDT Moncorvo na Taça de Portugal (5) 6%
Grupo Alma de Ferro (14) 17%
Nomeação dos Myula (15) 18%
Trabalho do Museu do Ferro (8) 10%

Quase sem surpresa, não estivéssemos nós a jogar em casa, o Blogue destacou-se com alguma margem. É com alguma satisfação que partilho a evolução dos visitantes desde a sua abertura, em Maio de 2008. É de realçar que o mês em que o blogue teve mais procura, foi o mês de Dezembro, com quase 5 mil páginas vistas. Só posso agradecer a uma série de visitantes, que aqui vêm com regularidade, a um conjunto de colaboradores que também se vai alargando e ao grande dinamismo de muitos fóruns e Blogues existentes no concelho (e não só), dos quais destaco: PARM, Mós, Carviçais, Felgar, Castedo, Ligares e Maçores.
Estamos nisto, para nosso prazer, mas também pela promoção do concelho de Torre de Moncorvo. É com este espírito que avançamos para 2009.
Obrigado a todos.

Nota: a fotografia da igreja é de Mário.Soure

7 comentários:

Baiqueeuespero disse...

Em nome do Fórum de Carviçais dou os parabéns aos autores deste Blog, que muitos membros do Fórum Carviçais visitam. Eu próprio venho diariamente.
Somos Transmontanos...temos que divulgar o que é nosso.
Botai lá.....

Anónimo disse...

Os santos da casa, afinal fazem milagres.
Mas as figuras da década são:
Dos sitiados : Nelson Rebanda.
Dos exilados: Julia Biló.
Zé do cabo

N. disse...

Bem, o resultado desta votação, como disse o Aníbal, também é um pouco resultado de estarmos a "jogar em casa". E gostei de ver a progressão mensal das visitas (quadro estatístico), o q revela q estamos no bom caminho. Acho q é Torre de Moncorvo/concelho, a região e os nossos visitantes que estão de parabéns!!!
Quanto ao amigo Zé do Cabo, agradeço a sua opinião, justa quanto à Drª Júlia Biló, mas também poderia acrescentar mais nomes de "moncorvenses q andam lá por fora a lutar pela vida/vila/concelho" e que não nos esquecem... Já sobre o outro que nomeou não concordo, e há por aí mais pessoas cujo contributo é relevante. - A começar pelo Aníbal Gonçalves (que não sendo de Torre de Moncorvo é desta região e já cá trabalhou) e que foi o verdadeiro pai da série de blogs "À descoberta de..." (e nos meteu a todos "ao barulho"...)
Todavia, fazendo minhas as palavras do historiador Lucien Fèbvre, "o Homem não, o Homem nunca! mas sim os grupos humanos, as sociedades organizadas" - o que importa é o colectivo, não as pessoas individuais, ou, no caso da História mais geral (que era ao que ele se referia), as "personagens de excepção". É claro que temos alguns vultos da História de Torre de Moncorvo de que nos devemos orgulhar e evocar, mas esses foram-no, de facto, de excepção, os chamados "ilustres" (alguns já aqui mencionados): Campos Monteiro, Visconde de Vila Maior, embaixador A.Martins Janeira, mesmo um descendente de moncorvense (assumido) como Jorge Luís Borges, entre muitos outros que aqui ainda poderemos mencionar e que deverão fazer parte do nosso Panteão/Centro de Memória.
Quanto aos agentes culturais do presente, pois essa será a sua obrigação (ou mais, ou menos) e, se a fizerem bem, não são mais nem menos que o lavrador da Vilariça, ou o operário da construção civil, ou o comerciante do talho ou da mercearia, ou o homem que varre as folhas mortas e os cartões da feira, nas ruas cá do burgo. E se todos trabalharmos (bem) para um objectivo, o que conta é o resultado final... Pode parecer um paleio demasiado colectivista e "demodé", nos dias de hoje, mas é o que penso. E o objectivo colectivo e imperioso, nos tempos que correm, perante o espectro da desertificação humana do interior, acho que deve ser este: promover "isto" para que "isto" não acabe e o último tenha q desligar a luz e ir engrossar as filas de trânsito das urbes... E, por outro lado, dar a quem partiu (pelas circunstâncias da vida), um pouquinho do pão da saudade, lembrando-lhes a terra, as raízes, a identidade, reencontrando-os com outros conterrâneos (mesmo virtualmente), pois um Homem/Mulher sem referências é um ser desmemorializado e, se não vazio, pelo menos muito pobre.

Anónimo disse...

Belo texto .
A importância dos outros ,o colectivo ,a época, o meio envolvente, a situação geográfica, e ...quando os sinos dobram... tudo isto mexe connosco. Vários músicos juntos não são uma orquestra sem um director. Todos são precisos, incluindo o transportador de pianos. È ,nesse sentido N., que falo de si e de Júlia Biló com orgulho.
Sem as velhas da Cordoira não havia contos ,mas a Drª Júlia Ribeiro seria sempre a nossa Biló.
Vejo-o ,uns dias músico ,noutros chefe da banda e sempre transportador de pianos.
Continue
Zé do cabo

Anónimo disse...

ERRATA:seria...SERÁ!
ZÉ DO CABO

N. disse...

obrigado, Zé do Cabo! vou mais pelo carregamento dos pianos, pois não sei uma nota de música.
Sobre as velhas da Cordoira, acho q estão a pedir mais uns contos ao Luar... ou então as do Prado de Baixo.
A Drª Júlia tem de deixar a Marinha Grande e ir estacionando um pouco mais por estes lados....

Anónimo disse...

...e as do Montezinho, da Misericórdia, do Cabo ?
Creio que a Dr.ª Júlia não tem que estacionar, mas sim ,aterrar.
Zé do Cabo

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