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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Livro - "Primeira Comunhão", de Júlia Guarda Ribeiro

Mais uma novidade literária, que será brevemente apresentada, em Torre de Moncorvo, no próximo dia 14 de Março (Biblioteca Municipal). 

Trata-se de mais um conto de autoria da Drª Júlia Guarda Ribeiro (Biló), o terceiro da série dos livrinhos da capa dourada. - A não perder!!

Maria Júlia Ferreira de Barros Guarda Ribeiro, nasceu em Torre de Moncorvo em 17.08.1938. Herdou de sua mãe, exímia cobrideira de amêndoa do bairro da Corredoura, a alcunha de “Biló”, que adoptou na sua produção literária mais relacionada com esta vila transmontana. Seu pai era conhecido pelo Sr. "Barros dentista", por ter exercido esta actividade nesta vila e, mais tarde, em Mogadouro, onde faleceu. Frequentou o Colégio Campos Monteiro e licenciou-se posteriormente em Línguas Germânicas, tendo sido professora de Inglês e Alemão no liceu de Leiria. Fez um mestrado em Ciências de Educação e foi formadora de professores e tradutores. O facto de se ter radicado em Leiria, por força da sua vida familiar e profissional, levou a que estivesse um pouco retirada da sua terra natal, mas nos últimos anos reatou, de uma forma mais presente, essa ligação às origens, o que muito tem enriquecido a literatura da nossa vila. Em boa hora se deu esse feliz regresso, porque, para além do mais, Júlia Biló é uma excelente contista. Destacamos, neste domínio, os extraordinários contos, a mor parte deles recolhidos no bairro da Corredoura (ou "Cordoira",no dizer popular) como o indica a ilustração da capa, representando a velha casa de xisto, ao lado da taberna do sr. Aníbal "Espanhol", onde se juntavam, outrora, as velhas contadoras de estórias a que a autora dá voz (Contos ao Luar de Agosto, I e II). A esta escrita memorialística a autora junta uma preocupação social omnipresente, de filiação neo-realista, que se impõe sobretudo, como seria de esperar, no livro sobre a vida e a luta das mulheres da Marinha Grande durante o "Estado Novo".

Da sua produção literária, temos a destacar:

1) Com assinatura de Júlia de Barros Biló:

- Somos poeira, somos astros, Magno edições, Leiria, 2000 (com patrocínio da C.M. de Torre de Moncorvo) – poesia (sendo alguns dos poemas compostos na sua juventude, passada em Moncorvo, nos tempos do colégio Campos Monteiro, e outros baseados na literatura oral recolhida junto de pessoas idosas de Torre de Moncorvo);

- Contos ao luar de Agosto, Magno edições, Leiria, 2000 (com patrocínio da C.M. de Torre de Moncorvo) – contos, sobretudo da Corredoura, T. Moncorvo, baseadas em tradições e episódios reais.

- Contos ao luar de Agosto II, Magno edições, Leiria, 2001 (com patrocínio da C.M. de Torre de Moncorvo) - contos, sobretudo da Corredoura, T. Moncorvo, na continuidade do anterior.

- De olvido e de silêncio. Crónicas e contos. Leiria, 2001 (com patrocínio da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo) – contos, sendo algumas histórias baseadas em episódios reais passados nos finais do séc. XIX e inícios de XX.

- Constantino, Rei dos floristas: uma quási-biografia. Magno edições & Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Leiria, 2003 – a obra mais volumosa da autora, versando sobre a vida e os trabalhos de um artista moncorvense do século XIX, que se notabilizou na Europa do seu tempo.


2) Com assinatura de Júlia Guarda Ribeiro (Biló):

Os contos da minha avó, com ilustrações de sua neta Catarina Isabel, Magno edições, Leiria 2003. Uma incursão na literatura infantil.


3) Com assinatura de Júlia Guarda Ribeiro:

- Recordar Guarda Ribeiro (recolha de escritos e anotações), Folheto, Edições & Design, 2006 [o Dr. António José Guarda Ribeiro, advogado, político e colunista, defensor dos trabalhadores e sindicatos sobretudo dos vidreiros da Marinha Grande, sua terra natal, faleceu em 2002, sendo esposo da Drª. Júlia Guarda Ribeiro]

- Mulheres da Marinha Grande. Histórias de luta e de coragem. Com ilustrações de Guilherme Correia, Folheto, edições & design, s/d [2008]

Colecção dos contos "da capa dourada"[designação nossa] :

- … E chegaram três reis magos em Agosto, com ilustrações de Guilherme Correia, design: Luís Mendonça, Dezembro, 2005

- Duas rosas que nunca cheguei a receber,  ilustr. de Guilherme Correia, concepção gráfica: Folheto edições & design, Março, 2007

- Primeira comunhão,  ilustr. de Guilherme Correia, concepção gráfica: Folheto edições & design, Dezº. 2008.

Quanto a este último livro de contos, que será lançado na Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo no próximo dia 14 de Março, aconselhamos desde já a leitura da recensão literária feita por Adélio Amaro, no seguinte endereço electrónico:

http://livros.paravenda.net/produtos/932-júlia_guarda_ribeiro_primeira_comunhão.aspx

Muito resumidamente, pegando nas palavras de A. Amaro, autor da citada recensão, “O conto que a Drª Júlia Guarda Ribeiro nos dá a conhecer é uma realidade que não pode ser escondida e que durante muitos anos teve a sua liberdade condicionada a uma confissão”. 

Especificamente sobre o conteúdo, “este conto tem uma personagem principal, que é descrita pela narradora. Esta por sua vez é a filha da personagem principal. Uma mãe, solteira (sublinho o facto desta história se passar pouco depois da 2.ª Guerra Mundial), com uma filha com nove anos (…). Uma jovem a quem o padre negara o direito à comunhão, por ser mãe solteira. Assim, para esta jovem mãe, a sua filha era o seu reino, não o reino dos Céus, mas o reino da afirmação, onde ela se revia”...   – E mais não dizemos, para obrigar a quem queira saber mais a estar presente à sessão de lançamento deste belo livrinho. Pequeno no tamanho, mas grande na essência, pois transmite uma mensagem de amor maternal muito acima de todas as penitências que pudessem ser ditados pela instituição eclesial.

Nota: As obras anteriormente editadas poderão ser consultadas na Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo.

13 comentários:

Júlia Ribeiro disse...

Olá, Amigos:
O Nelson gastou com os meus livrecos uma enormidade do seu tempo - que é escasso para as coisas essenciais - e sei que o seu trabalho o absorve por completo e que é muito importante o que tem que fazer.
Por isso, para o Nelson o meu bem haja.

Uma breve nota: o Dr. Adélio Amaro é o editor destes últimos 4 ou 5 livrinhos, pois a anterior editora da Mª grande faliu.

H.E.Júnior : espero que o licor de canela não se estrague até 14 de Março...

Um abraço grande como o mundo para todos os Amigos "blogueiros" e todos os conterrâneos,
Júlia Ribeiro

Anónimo disse...

Olá, Dra Júlia Ribeiro.
Fui ao sitio indicado na postagem e fiquei muito interessada no livro.
Já mandei e-mail a minha prima de Almada para que consiga alguns exemplares pois pretendo presentear amigas.
Ela pretende vir aqui em agosto, portanto terá tempo para pesquisar onde melhor conseguir o livro.
Não é possível eu fazer a encomenda através da Internet porque não entregam fora de Portugal.
A apresentação do livro feita pelo Sr.Adélio Amaro é simplesmente notável,pois acredito que todos os que lerem ficarão com vontade de conhecer a historia da "Primeira Comunhão".
Imagino como deve ser sensível a alma de uma escritora e como é necessário ver além do real.

"Não basta abrir a janela
Para ver os campos e o rio.
Não é bastante não ser cego
Para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma .
Com filosofia não há arvores:há idéias apenas .
Há só cada um de nós, como uma cave.
Há só uma janela fechada, e todo mundo lá fora;
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela"

Fernando Pessoa

Sempre agradeço aos poetas, escritores, músicos, artistas, que conseguem dar ao mundo a alegria que completa a criação.
Desejo-lhe muito sucesso na apresentação do dia 13 de março e em todos os seus livros.
Um abraço brasileiro de agradecimento.

Wanda
São Paulo-Brasil

Anónimo disse...

Quero aqui deixar testemunho da minha admiração pela Dra. Júlia Ribeiro , que nos tem dado o privilégio de nos deixar compartilhar a todos aqui algo da sua certamente maravilhosa e generosa experiência de vida , recatando-se modestamente nos seus sempre vivos e deliciosos comentários e na designação de "livrecos" para os seus trabalhos literários de grande humanismo.
Não sei se a Dra. Júlia se lembrará de mim, mas certamente se lembra de meu Pai e da sua oficina de alfaiate, sobre a praça, e certamente também da dignidade com que exercia o seu ofício .
Não quero deixar de lhe prestar uma pequena homenagem , também modesta, com um pequeno poema que comecei em 2004 e hoje mesmo refiz para lhe deixar aqui muito respeitosamente. Faz parte de uma colectânea que guardo para mim e se denomina Café Il Greco.
Espero que me perdoe o atrevimento.


a memória é curta
e os poetas morrem com muitas palavras que nunca serão ditas

como fontes que a nossa sede nunca conhecerá

podia ter sido neste lugar neste rio neste canto nesta praça
podia ter erguido os meus punhos cortado o vento com a lâmina do meu braço
podia ter gritado a utopia de dizer tudo
podia ter secado o pranto dos que se vão
com uma envergonhada fome
envoltos nas bandeiras negras da revolta

podia ter olhado
o ferro torcido dessa misteriosa escravidão


Daniel de Sousa

Anónimo disse...

Hola amigos.
Primero,enhorabuena a Doña Júlia por su libro ,a Aníbal por su exposición,y a Nelson por sacar tiempo de donde no lo hay.
Segundo;el día 21 no falto el ir a Moncorvo, aunque me lo prohiba el médico.
Tercero;avance del programa para el día 22 en Masueco:
Vino con porco por la mañana, cuando llegue la gente.
Paseo para ver el "pozo de los humos"y hacer hambre.(Obligatorio cámara fotográfica).
A continuación,porco con vino.
Un abrazo.Angel

Anónimo disse...

Nelson,
Há um novo roteiro nos comentários ao post Moncorvo ,Zona Quente em Terra Fria .

N. disse...

Viva Drª. Júlia! "gastei" não, "ganhei"! pois ao revisitar e compulsar a sua obra dei conta como já é vasta, diversificada, interessante e muito importante, sobretudo no que a Torre de Moncorvo diz respeito, pois resgatou do esquecimento (ou do Olvido, como titulou uma das obras), várias histórias (algumas verídicas), tradições, pessoas, que são fragmentos de uma História cultural e social, e de uma Memória colectiva da nossa vila, verdadeiras preciosidades para os historiadores presentes e futuros. Acho que os Professores de Português e mesmo de História, deveriam recomendar, como leitura "obrigatória", alguns dos seus livros, com destaque para os "Contos ao luar de Agosto", "Do olvido e do silêncio" e os da capa dourada, estes mais para história contemporânea. - Por isso, não seja modesta e não diga "livrecos", ainda que carinhosamente assim lhes chame.
E como há sempre um que escapa, pois já actualizei a lista com os Contos da avó Biló (que não tenho, mas tentarei arranjar e seguramente ler), pedindo desde já as minhas desculpas à Catarina Isabel. Imperdoável, realmente!... (mas que só prova que o "Sabe-Tudo" ainda está para nascer, eheh).
Parabéns também ao Dr. Adélio Amaro, quer pela recensão a que me reportei (com a devida vénia por utilizar o seu texto, ainda q citado) e também pelo cuidado acabamento gráfico. O formato de CD dourado transforma os livrinhos numas excelentes prendas, sem precisarem de embrulho, bastando cintá-los com um lacinho, eheh.
Só nos resta aguardar pelo dia 14/03, com o licor especial de canela do H.E.Jr.. Lá estaremos!
Abraço também para si e malta toda!
N.

Anónimo disse...

Andava à "descoberta" e a palavra trouxe-me até aqui. Muito bom este blogue.
Muito curiosamente: li um conto dessa escritora " chegaram 3 reis magos em Agosto" . Devo dizer que em contos foi do melhor que li. Vejo que tem mais e vou tentar adqiri-los.

Wanda disse...

Olá, Dra Júlia Ribeiro.
Fui ao sitio indicado na postagem e fiquei muito interessada no livro.
Já mandei e-mail a minha prima de Almada para que consiga alguns exemplares pois além de ter um para mim, pretendo presentear amigas.
A minha prima deve vir aqui em agosto, portanto terá tempo para pesquisar onde melhor conseguir o livro.
Não é possível eu fazer a encomenda através da Internet porque não entregam fora de Portugal.
A apresentação do livro feita pelo Sr.Adélio Amaro é simplesmente notável,pois acredito que todos os que lerem ficarão com vontade de conhecer a historia da "Primeira Comunhão".
Imagino como deve ser sensível a alma de uma escritora e como é necessário ver além do real.

"Não basta abrir a janela
Para ver os campos e o rio.
Não é bastante não ser cego
Para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma .
Com filosofia não há arvores:há idéias apenas .
Há só cada um de nós, como uma cave.
Há só uma janela fechada, e todo mundo lá fora;
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela"

Alberto Caeiro

Sempre agradeço aos poetas, escritores, músicos, artistas, que conseguem dar ao mundo a alegria que completa a criação.
Desejo-lhe muito sucesso na apresentação do dia 14 de março e em todos os seus livros.
Um abraço brasileiro de agradecimento.

Wanda
São Paulo-Brasil

Wanda disse...

Desculpem
O segundo comentário eu enviei corrigido,pois achei que o primeiro não tinha ido.
Corrigi o dia da aprentação (14-03)
e o heteronômio de Fernando Pessoa.ok?
Obrigada
Abraços
Wanda
São Paulo-Brasil

Júlia Ribeiro disse...

Olá, Amigos:
Obrigada a todos, pelas vossas palavras de afecto. É, de facto, a saudade a vir ao de cima.
Muito agradecida à Wanda por esse Caeiro tão anti-filosofia (teoria). Amiga, quando se resolve a revisitar este nosso velho mundo?

Muito, muito agradecida ao Daniel. Que poema lindo! Que força nesse grito de revolta e utopia ! Senti o arrepio do desassossego desse "podia" ! Mil vezes Obrigada.
Daniel, de si penso que tenho uma ideia, mas vaga. Agora de seu Pai lembro-me perfeitamente e de como era excelente na sua profissão. Punha tanto primor e tanto de si no que fazia, que um dia até ralhou com o meu pai por ele se ter metido debaixo do carro avariado, com o fato novo que o seu pai lhe tinha feito uma ou duas semanas antes. "O sr. Barros não tem mesmo juizo nenhum ... um fato desses. Não volto a fazer-lhe mais fato nenhum" . E o meu pai , cheio de nódoas de óleo: " Ai não? E eu não lhe volto a tratar os dentes". Depois riram ambos.

Obrigada também ao Amigo Angel.

Falta aqui, e faz muita falta, o Amigo H.E.Júnior. Que é feito de si, homem? Não me diga que vai desaparecer como o Zé do Cabo. Ou não quer levar o licor de canela no dia 14 de Março?

Ao Nelson, ora, ao Nelson claro que já agradeci.

Vamos combinar uma coisa? Vós todos ides deixar para lá o "Dra." , está bem? A partir de agora sou Júlia para os Amigos.
Abraços,
Júlia

N. disse...

- Excelente, o poema do Dr. Daniel!! - verdadeiro alfôbre de Poetas, Torre de Moncorvo... quem diria? Só que, parece, andam por aí algo escondidos.... Está na hora de uma antologia, com um título hipotético: "Que cantan los poetas moncorvenses de ahora!?" (e rimando com "ahora", há um de Salamanca que não pode ficar de fora, ehehe);
- Também faço minhas as palavras de Wanda:
"Sempre agradeço aos poetas, escritores, músicos, artistas, que conseguem dar ao mundo a alegria que completa a Criação"; e obrigado por nos lembrar Caeiro, esse concrecionista que a cada passo se admirava com "a espantosa realidade das coisas", a sua/nossa "descoberta de todos os dias"...
- A mesma "descoberta" que faz com q um nauta anónimo tivesse dado à costa deste blog, culminando no "achamento" de mais contos da nossa Júlia Biló;
- Finalmente, agradeço a outro/a anónimo a informação sobre mais um percurso, que ficou delineado lá atrás, no mítico post: "Moncorvo ,Zona Quente em Terra Fria", o recordista de comentários > já li e adorei mergulhar na R. da Misericórdia dos anos 50... - tb já comentei!... - Se calhar, tinha piada trazer esta "via-sacra" das ruas moncorvenses para a "montra", quero dizer, postando-as na página principal/inicial do blog, pois o referido post já está muito lá para trás, e, dada a pertinência do assunto, acho que deveria ter mais visibilidade. É só uma opinião. em todo o caso, os meus parabéns a Maria da Misericórdia por nos ter ciceronizado pela sua rua, hoje dita de Campos Monteiro;
- Ah, e faltava agradecer ao Ángel, pela preparação que - estamos a ver - já está a fazer da digressão a Mazueco > dia 22. Não se esqueçam que, na véspera há um Sermão aos Peixes na Foz do Sabor; será melhor fazer inscrição prévia, a partir de 3ª feira, para o nº 279 252 724, a fim de se fazer a marcação. E, Ángel, espero que no esteas muy enfermo - que passa, hombre? Tienes más unos dias para la recuperación, vale?
Abraço a todos,
N.

Lieta disse...

Julinha, sou a Lieta, lembra-se de mim?
Gosto muito dos seus livros. A Câmara só me deu um, mas uma pessoa nossa amiga arranjou-me outro. E agora o meu filho (é quem está ao computador) disse-me assim: Porque não manda vir da editora? E ele pediu pelo computador e já cá tenho 'As duas rosas vermelhas' e este da 1ª Comunhão . Li-os logo e o meu marido também . Gostamos muito , ele até disse: isto é oiro e não foi por a capa ser doirada e sim por o que está escrito.
Um beijinho da Lieta

Anónimo disse...

Julinha: Vou fazer os possíveis para estar lá. Gosto dos seus contos e quero dar-lhe um grande abraço.
Maria de Lurdes

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