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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Estendal em Torre de Moncorvo

estendal

Por ruas de Torre de Moncorvo, as cores vivas dos estendais contrastam com com o rústico das casas, muitas delas deitadas ao abandono ficando em completa degradação, como se constata na zona histórica da vila.

12 comentários:

Cidadão do Mundo disse...

Em época carnavalesca não fica nada mal, até realça, pena é que algumas habitações se encontrem sem qualquer habitante, sinal desemprego, fraca natalidade, na região.

Anónimo disse...

mais fotos de casas ,solares degradados,cortinhas e quintas para que os proprietarios tomem consciencia que a câmara não pode fazer tudo.
Não estão deitadas ao abandono.Estão de pé para vergonha de todos

N. disse...

Rua dos Sapateiros da minha adolescência!! Por aí entrei nesta vila, em tempos que se me afiguram já longínquos...
Boa fotografia, Jorge!
Quanto à degradação, é notória em alguns casos (ou antes, em algumas casas), e é pena, pois merecem uma recuperação como deve ser (respeitando sempre a traça e tanto quant possível os materiais e as cores tradicionais). Esperemos pela 2ª, fase da recuperação do Centro Histórico da Vila. A Rua dos Sapateiros bem merece!
Abraço,
N.

Anónimo disse...

Olá Jorge!
Muito interessante a foto!
Dá a impressão de lar, de aconchego ,de casa da mãe ou da tia.
Aqui no Brasil se diz varal de roupas, mas acho que estendal é o correto!
O nome varal surgiu porque geralmente se colocavam duas varas paralelas e se amarravam os fios ou arames entre as varas, onde se estendiam as roupas.
O idioma português é realmente interessante!
Felicidades!

Wanda
São Paulo-24/02/2209

Wanda disse...

olá!
Na foto não percebo que as moradias estão degradadas ou abandonadas,apenas me parecem antigas e sem reparos externos.
Vocês conhecem o local e sabem do estado real das casas.
Não deixa de ser uma bela foto.
Não conhecendo o local , ela me passa a impressão de vida simples!

Wanda
São Paulo 24 de fevereiro de 2009

Anónimo disse...

Eu penso que isto merece alguma reflexão. Se muitas casas degradadas estão habitadas, então existe um sério problema social e humano. Porventura há idosos em causa, porventura pagando rendas muito baixas mas que não permitem aos proprietários fazer as obras necessárias - e aí haverá que intervir e envolver nesse processo não só a autarquia como também os proprietários, as famílias e a sociedade em geral . A solidariedade não é uma palavra desprovida de significado.
Desculpem-me se meto a foice em seara alheia mas julgo ter razão.
Daniel de Sousa

Anónimo disse...

Criar um album de fotos de tudo que está degradado e colocar no blog.
No melhor pano cai a nódoa e Moncorvo é um lençol de linho bordado.Força ,Jorge!
O meu nome é Maria.

Anónimo disse...

Doutor Daniel,
meta a foice à vontade ...a seara também é sua...Há uma vilariça de predios derruidos ,abandonados e mal habitados...e meta também o martelo nas obras que tanto fala e faltam.
Restaurar,restaurar..como Paulo Patuleia (Esse Torga da imagem )na Mesiricordia.
Gosto de o ver na tertúlia.
Andam a restaurar a sua velha casa na Praça.Venha até cá.Dia 14 é uma boa data.Há mais um livro da Júlia e posta no Lagar.
H.H.j.

paulo patoleia disse...
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Anónimo disse...

Caríssimo H.E.j
Como bem sabe eu sou o mais novo dos meus irmãos e aquele que mais tempo viveu fora de Moncorvo mas do fundo da minha sinceridade lhe asseguro que sou talvez o que mais ligado me sinto à minha terra. Porque nunca deixei de pensar nela e porque me faz falta pensar nela.
Como eu costumo dizer quando me quero reencontar penso na serra e nas ruas da minha terra, na Corredoura, nas Aveleiras e nos montes além , da Lousa e para lá.
Em Lisboa, onde trabalho , sempre me assumi como transmontano exilado na grande urbe.
Na minha vida profissional sempre exibi com muito orgulho a minha origem moncorvense - até hoje e agora e mesmo em provas académicas o tenho bem escarrapachado.
Mas como dizia o Afonso Praça - a gente também cria raízes nos sítios para onde se transplanta. A minha vida profissional não me permite ( felizmente!) nem uma reforma nem idas a Moncorvo tão assíduas quanto eu desejaria.
Mas Moncorvo e a sua gente está sempre comigo. A antiga casa da praça, seja minha ou não, será sempre o sítio em que a minha Mãe me pariu, mesmo junto ao castelo , e portanto será sempre a "minha" casa.
Fico comovido por se lembrar de mim e daqui lhe envio um abraço do tamanho do mundo.
Já agora por favor não me chame senão Daniel!
Daniel de Sousa

Alcoforado disse...

é cum pena que vejo as pedras a dezaparecer...constou-me candam prá i uns tipos que sinfiltram nas casas das pessoas abrindo as portas cum radiografias á procura do cobiçado ouro... modernices! a mim roubaram-me uma pedra das escadas só porque tinha umas letras escritas e não a meteram ao bolso, não senhor... que nem dois homens a mobiam. Dão-se alvissaras a quem a encontrar.

paulo patoleia disse...

Neste momento estou a fazer uma locomotiva a vapor (...), mas por enquanto só consegui fazer grande quantidade de vapor, que custa imenso a manter...

INGEMAR LECKIUS

++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++paulo patoleia.
morador no castelo de torre de moncorvo.

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