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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

XXIII Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo

No contexto das festividades da Flor da Amendoeira, foi inaugurada, no passado Sábado, a XXIII feira de Artesanato de Torre de Moncorvo, reunindo artesãos de todo o país, incluindo a ilha da Madeira.
Esta feira poderá ainda ser visitada até ao próximo fim-de-semana, no Pavilhão gimno-desportivo da Corredoura.
Não perca esta oportunidade de adquirir uma peça de arte única, ajudando os nossos artesãos!!!

Há lá peças preciosas e feitas com muita mestria, dedicação e carinho, além de licores e doçaria regional. – VISITE!!!!.... (é só até ao próximo fim de semana!)

Vista geral do "stand" de Torre de Moncorvo (clicar sobre a imagem para a ampliar)

Escultura em chapa de ferro, de autoria da Serralharia Irmãos Amaral (Torre de Moncorvo), um ex-libris do pavilhão de Torre de Moncorvo (a escultura não está para venda).

6 comentários:

Anónimo disse...

Com uns diazitos de atraso. Vale mais tarde do que nunca. Mais informação s.f.f. os diàsporanos agradecem. Fui ao goole.pt e escrevi ;alfarrabistas, depois ;Campos Monteiro. Resultado, vários livros do nosso escritor e nada de Versos Fora de Moda e Ares da Minha Serra. Fora de catálogo. Assim, a secas. Há que editar estes dois livros e se não há voluntários há municipais.Entendeu!?
Que é feito da Júlia, só aparece no dia 14?Na igreja com o padre Felix ou na biblioteca com o bookzinho.O licor de canela está garantido.
Há um texto do Rogério esperando por ela. Está atrás do Entrudo e fala do ensino antes de Abril. A foto é do Lelo e a polémica é do Nelson /Daniel. Também espera por antigos alunos e professores.
H.E.j.

Anónimo disse...

Boa malha!

Anónimo disse...

viva, Caro H.E.Jr.,
mas que grande ausência! antes de mais, tem cá à espera (há muito tempo), no velho "quartel", o livro da Drª Júlia (guardadíssimo!). Pois, Campos Monteiro é, hoje em dia, autor cobiçado por bibliófilos, antiquários e quejandos. Editado por editoras já não, porque infelizmente está "demodé"... A possibilidade da reedição, exactamente desses dois livros (os únicos q interessam a Moncorvo), foi aflorada numa mini-tertúlia nocturna, num bar que agora existe na Rua das Flores, em que estávamos eu, o Rogério e o Leonel. Como sou pouco adepto da "pedincha" junto dos poderes públicos (e, nos tempos neo-liberais que correm, tal é pouco aconselhável), acho que se deveria tentar arranjar um qualquer patrocínio (se bem que mecenato, neste país, é palavra vã...), e, com o apoio dos poderes públicos, tentar essa reedição. E não para depois se distribuir "a granel" mas para se vender ao preço justo, de forma a pagar-se a reedição. Penso, ainda, que se deveria fazer preceder o texto original (do autor) de um estudo de contextualização e até de localização topográfica. Por exemplo: Ares da Minha Serra > incorporação de uma planta da vila e arredores, incluindo lá os topónimos que são mencionados pelo autor, de forma a que o leitor os possa ir procurar, sentir a magia dos lugares, onde decorreram os episódios descritos. Tipo: "regresso ao passado em Torre de Moncorvo"... Quem sabe hoje onde é a Rua do Arco, rua do Poço, rua do Cano, a do Quebra-Costas, a quinta de Água d'Alto ou os medronheiros da Srª da Conceição, que eram "visitados" pelo Canafrecha? - Acho que isto valorizava a edição e torná-la-ia mais apelativa. E porque não fazer-se uma sociedade editorial com o contributo dos "blogueiros" que quisessem aderir, para se dar esse pontapé de saída??
Quanto à Drª Júlia, pois se calhar só cá estará a 14. Aguardamos o licor de canela... E, na verdade, tb já notamos aqui a ausência. Quanto ao tal post sobre a escola do Peredo, da minha parte não há polémica nenhuma. Há opiniões que democraticamente se respeitam. Nada mais. "Yo soy yo, y mi circunstáncia" (o Àngel q me corrija), é a frase estafada de Ortega y Gasset... Cada qual tem as suas circunstâncias e vê o mundo pelo caleidoscópio das suas vivências. A foto é a preto & branco, o que acentua um lado trágico da vida, do tempo, da existência, quiçá da História; todavia, e isso não fui eu que disse, nem sei quem é a pessoa q o disse (pois preferiu ficar no anonimato), mas é alguém que está entre os alunos ali fotografados, pelos vistos, havia, para além disso, uma realidade a cores. Essa pessoa, por exemplo, preferiu evocar o lado "a cores" desse tempo. É que o mundo, tal como a realidade, nunca foi a "preto & branco". Há coisas que eu também vejo assim; mas onde eu vejo o P&B (porque não me deixaram alternativas), outros vêm um alegre colorido. Diria um certo primeiro-ministro da nossa história recente: "é a bida..." - Ortega y Gasset tinha razão...
Abraço,
N.

Anónimo disse...

Artesanato, trabalho do artífice ou artesão - substantivo masculino , sinónimo de operário , obreiro, artista.
Esta escultura magnífica do ferreiro ( que o Nelson , de forma cândida, diz não estar à venda...) só podia estar aqui e com um forte simbolismo , na terra que repousa sobre um misterioso e incomensurável chapéu de ferro. Numa terra de mitológicas memórias de fornos e forjas que se adivinham em pedras de ruínas e ainda hoje ecoam por ruas e caminhos de uma poeira antiga e indecifrável.
Numa terra com sonhos adormecidos nas histórias, que os velhos recriam com palavras que lembram o rumor de um rio oculto.
Pancadas na bigorna, ritmadas, sábias, modelando a ponta informe do ferro - oficial de duro ofício .
De todos os ofícios , que aqui se honram.
Das mãos que transformam o mundo, silenciosamente, que te dão o objecto e te dão a forma , a tua forma , a tua forma de ser humano.
Daniel

Anónimo disse...

Proponho que o Daniel passe de comentador a "blogger"; o seu comentário é um poema em prosa! Obrigado! Só é pena que os artesãos do ferro só aqui estejam representados em estátua e através desta escultura, pelo menos os da região de Moncorvo (desconto os artistas de cutelaria das terras de Miranda, com dois stands, e as suas inconfundíveis navalhinhas do Palaçoulo, embaixadoras dessas terras e verdadeiros bilhetes de identidade de qualquer transmontano!). Os nossos derradeiros representantes, de Moncorvo, filhos de ferreiro, são os irmãos Amarais. A sua nova oficina, na zona industrial, passo a publicidade (que bem a merecem) é um portento quase-industrial. Mas, para quando a exploração desse nicho de mercado que é o ferro artístico? com uma loja permanente no Museu do Ferro? (é que quem consegue fazer a escultura do ferreiro que está na foto, ainda por cima ali postada como obra anónima, sem indicação de autor nem de oficina, tem uma alma de artista que tem de explorar!...)
E sugiro aos serviços de turismo que este poema seja gravado numa chapa de ferro, e q seja cravado no "cepo" da bigorna do ferreiro de ferro: "Pancadas na bigorna, ritmadas, sábias, modelando a ponta informe do ferro - oficial de duro ofício. - DANIEL SOUSA"
Tilinta o ferro, pinga o suor, resfolega a forja... Torre de Moncorvo, terra de ferreiros e de poetas!

Júlia Ribeiro disse...

Olá, Amigos! Vivam todos!

Realmente, parece que não passo por aqui há séculos! Estive em Carreço (aldeinha à beira-mar, lá para os lados de Viana) a dar uma ajuda a filha e netos. As duas netas mais velhas estavam de castigo sem Internet e eu apanhei por tabela. Entretanto fiquei com uma gripe das antigas...

Já estou em Leiria e dou um abração a todos.

Estou a ver tanta coisa interessante no blog. Gostaria de deixar um breve comentário a alguns posts. Mas a verdade é que vós produzistes tanto, que acho que perdi o combóio.

A exposição do Aníbal Gonçalves, de certeza, foi um sucesso. Que pena eu não ter podido ir... Mas já bisbilhotei os sites indicados e as fotografias do nosso amigo são belíssimas.

Olá, caríssimo H.E.Júnior: Com que então, deu pela minha falta ... Dia 14 lá nos encontraremos todos e que não falte o licor de canela.

Amanhã vou tentar pôr a minha escrita em dia.

Um bom Domingo para todos os blogueiros e demais conterrâneos.

Júlia

PS - Lá muito para trás, a nossa amiga Maria da Misericórdia deixou mais um comentário.

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