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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Exposição "35 anos de Torre de Moncorvo"

Uma viagem de 35 anos, cheia de gente que já não está e de outra que regressou. Moncorvo visto pelo olhar de Assis Pacheco, vindo de Lisboa, de Rogério Rodrigues, da terra, mas exilado na cidade, e da palavra, sempre lúcida, do Afonso Praça do Felgar, a coberto do olhar fotográfico do Leonel Brito, também da terra, mas exilado no Alentejo. Uma exposição de encontros, de memória, mas um itinerário das transformações ocorridas, em 35 anos, no nosso concelho. Hoje melhor do que ontem; amanhã, por certo, melhor do que hoje.
Esta exposição traça um percurso, desde a terra batida à derivação do IP 2 e força-nos a pensar e a reconhecer quanto estes 35 anos mudaram a paisagem e os costumes de Moncorvo.


Reportagens: “Moncorvo Zona Quente em Terra Fria ”, no jornal “República”, Março de 74 ; “Moncorvo, o Futuro não tem Pressa”, em “O Jornal” , Fevereiro de 84;
“ Moncorvo o Presente, ao menos”, Junho de 09.
Documentários: “Estevais Ano Zero”, Junho de 75 ;
“Velhas Profissões” (Lagar da Cera, o Moleiro, a Tecedeira, o Oleiro), Setembro de 75; “Encomendação das Almas no Nordeste Transmontano” , Abril de 1979.
300 fotografias e fotogramas de 74 a 09.

6 comentários:

Júlia Ribeiro disse...

Amigos (também os grandes Ausentes ):

Tenho a certeza que será uma exposição de grande
interesse, pela excelência dos materiais produzidos, pela inteligência, pelo valor e pelo magnífico trabalho das pessoas envolvidas.
Tenho imensa pena por não poder acompanhar-vos nesta extraordinária viagem, mas o meu pensamento e a minha amizade estarão convosco.

Abraço-vos
Júlia

Anónimo disse...

Olá!
Júlia, posso usar as suas palavras para justificar a minha ausência?
Seria exatamente o que eu escreveria se soubesse escrever tão bonito quanto você!
Abraço a todos!
Wanda
São Paulo, 17 de junho de 2009

Anónimo disse...

Aproveito este pequena brecha para dizer,finalmente,que me revejo em tudo o que diz o Rogério, com a sua frontalidade e emoçãO.
Aqui nos reencontramos,como Amigos,à volta deste projecto comum .
E abraços ( antes que crashe...)
Daniel

Anónimo disse...

Lá vamos aparecendo. Lentamente a rebofa desfaz-se. É altura de semear e cheira-me que o Pedro Castelhano e o bardino do Lelo depositaram no Centro de Memória uns alqueires de sementes prontas a germinar. Lá estarei , como sempre .E no nosso blog também. Regressem todos para animar a malta. Há migas na Foz, pessoal. Sábado é ao contrário do fado “Do Sabor ao Roboredo”é da rua do Cano às migas.
Quantas bogas comeu o hipopótamo?
H.E.j.

Júlia Ribeiro disse...

Olá, H.E.j.

Já cá fazia falta! Eu vim agora aqui de propósito para ver "quando é que esse fulano aparece?".
E apareceu mesmo.
Claro que o nosso Blog está a funcionar em pleno. Eu até já tenho a sua encomenda pronta. Lembra-se? O roteiro da Corredoura.
Faltam uns retoques de escrita, aqui e ali, porque foram várias velhas a falar. Incluindo-me eu também. Vai ter de ser "postado às postas", porque é muito mais comprido do que uma só rua. E olhe que a Corredoura de há 60 e tal anos já era bem grandinha.

Abraço
Júlia

Anónimo disse...

J.B.

A Corredoura é um povoado com vida e sentir próprio. Foi sempre vista de esguelha pela praça e dotóres ,incluindo o Machadinho, conhecido por Pardal sem Rabo e protector da Amélinha de Vilar Chão.
A Corredoura do 5 de Outubro de1910, das escolas primárias, da fogueira do S. Sebastião,dos lagares de azeite ,dos ferradores e do motor do Moura que contrariava o toque das trindades trazendo a luz eléctrica e a vontade de sair .
Sabia que aceitavas o desafio; a “tua” corredoura não podia cair no olvido e no silêncio.
Em postas, nacos, cibinhos grão a grão, pedaços, às pinguinhas, conta gotas ,já dei. O que eu quero é ver a tua corridora!
Pede ao Abílio, ao Lelo e ao Nelson que ilustrem com fotos .Já estou a ver o livro com prefácio do Rogério. E os gajos da vila a dormir. Vou fazer a praça, a rua do Basílio, rua dos Sapateiros e rever o 1º G.P.S.
Como não posto vou de boleia no teu.
H.E.j

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