Numa das minhas "expedições" à Ferrominas, vi a oportunidade que andava atrás já fazia há muito tempo. Fotografar os céus. E bem que podia dar mais uma das minhas galerias, "os céus da ferrominas".Como já era bastante tarde e o sol e o céu estavam em sintonia deitei mãos à obra. E corri os montes, saltei os muros, desci ladeiras, as silvas e as giestas nem me deixavam andar, mas consegui uma bela galeria.
O problema é que tinha o carro estacionado junto às ventoínhas e tive que andar todo aquele percurso a pé, já era noite.
Mas valeu a pena.
Veja "os céus de moncorvo" em









3 comentários:
Basa, muito bem congelado este fogo do "ferrominas".
[...]
"Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
[...]
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele."
Alberto Caeiro
Onde se lê rio, leia-se Sol e teremos um belo quadro, tal como estas belíssimas imagens do Basa.
A. Manuel
Cliquei para ver os céus de Moncorvo. Deslumbrantes!
Parabéns ao BASA.
Júlia
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