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terça-feira, 23 de junho de 2009

os céus do roboredo

Numa das minhas "expedições" à Ferrominas, vi a oportunidade que andava atrás já fazia há muito tempo. Fotografar os céus. E bem que podia dar mais uma das minhas galerias, "os céus da ferrominas".
Como já era bastante tarde e o sol e o céu estavam em sintonia deitei mãos à obra. E corri os montes, saltei os muros, desci ladeiras, as silvas e as giestas nem me deixavam andar, mas consegui uma bela galeria.
O problema é que tinha o carro estacionado junto às ventoínhas e tive que andar todo aquele percurso a pé, já era noite.
Mas valeu a pena.

Veja "os céus de moncorvo" em

3 comentários:

vasdoal disse...

Basa, muito bem congelado este fogo do "ferrominas".

Anónimo disse...

[...]

"Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

[...]

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele."
Alberto Caeiro

Onde se lê rio, leia-se Sol e teremos um belo quadro, tal como estas belíssimas imagens do Basa.

A. Manuel

Júlia Ribeiro disse...

Cliquei para ver os céus de Moncorvo. Deslumbrantes!
Parabéns ao BASA.

Júlia

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