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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Harmonia

Sequeiros, Moncorvo (J. Costa - 2008)

Impressionante a escolha do pássaro para o seu miradouro - não sei se foi a ave que retirou da Natureza as cores para se camuflar ou a natureza que criou a ave com os materiais de que dispunha mesmo ali. Será que o pássaro não é mais do que um fragmento da pedra, atento nos ramos secos de amendoeira?

5 comentários:

Anónimo disse...

Nesta Natureza agreste e difícil, as pobres avezinhas têm de ser pardacentas e têm de estar sempre de atalaia, vigilantes, se quiserem sobreviver, como este pássaro xistento, pois o perigo espreita a qualquer momento, vindo dos céus, seja um "falcus tinunculus" ou um outro qualquer "falcus", ou então algum "cuculus canorus" perito em ocupação de ninhos. É que a natureza agreste torna muito difícil a sobrevivência e o sr. Charles Darwin continua (sempre) muito actual, estudem-se os tentilhões das Galápagos ou a carriça trasmontana (será uma carriça?? - tem a palavra o Vasdoal, que eu destes pássaros não percebo nada).
n

Isabel Mateus disse...

Lindo! Lindo!

Isabel

Wanda disse...

Olá!
No mundo em que cada animal tem que se defender, alguns tem a vantagem de se camuflar, tanto para evitar de ser o jantar, quanto para pegar o seu jantar.
Adoro a natureza e os animais!
É tudo uma harmonia perfeita, pena que o ser humano estrague tudo!
Abraço
Wanda

São Paulo, 16 de julho de 2009

Anónimo disse...

Lindo! Parabéns ao fotógrafo(artista) que nos tem presenteado com autênticas obras de arte.
Obrigada. Goretti

Júlia Ribeiro disse...

A sublime sabedoria da Natureza!
E a arte do fotógrafo.

Júlia

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