Sequeiros, Moncorvo (J. Costa - 2008)
Impressionante a escolha do pássaro para o seu miradouro - não sei se foi a ave que retirou da Natureza as cores para se camuflar ou a natureza que criou a ave com os materiais de que dispunha mesmo ali. Será que o pássaro não é mais do que um fragmento da pedra, atento nos ramos secos de amendoeira?








5 comentários:
Nesta Natureza agreste e difícil, as pobres avezinhas têm de ser pardacentas e têm de estar sempre de atalaia, vigilantes, se quiserem sobreviver, como este pássaro xistento, pois o perigo espreita a qualquer momento, vindo dos céus, seja um "falcus tinunculus" ou um outro qualquer "falcus", ou então algum "cuculus canorus" perito em ocupação de ninhos. É que a natureza agreste torna muito difícil a sobrevivência e o sr. Charles Darwin continua (sempre) muito actual, estudem-se os tentilhões das Galápagos ou a carriça trasmontana (será uma carriça?? - tem a palavra o Vasdoal, que eu destes pássaros não percebo nada).
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Lindo! Lindo!
Isabel
Olá!
No mundo em que cada animal tem que se defender, alguns tem a vantagem de se camuflar, tanto para evitar de ser o jantar, quanto para pegar o seu jantar.
Adoro a natureza e os animais!
É tudo uma harmonia perfeita, pena que o ser humano estrague tudo!
Abraço
Wanda
São Paulo, 16 de julho de 2009
Lindo! Parabéns ao fotógrafo(artista) que nos tem presenteado com autênticas obras de arte.
Obrigada. Goretti
A sublime sabedoria da Natureza!
E a arte do fotógrafo.
Júlia
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