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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Dístico

Um ramo de aromas
Com sabor de amoras

Parabéns, Drª Júlia
J. Costa
N.B. Este ramo foi colhido no Peredo e em Sequeiros.

6 comentários:

Anónimo disse...

Amiga Drª. Júlia,
Quando nasceu vieram três reis magos lá das Espanhas, em pleno Agosto, ainda que sem ouro, incenso e mirra. Veja: hoje, flores de amendoeira fora de tempo, como as rosas em Janeiro (da Santa Isabel), amêndoas cobertas cá das origens, e até fruta da época: amoras de silva!... tudo "by net", que de longe se faz perto! - que mais quer??
grande abraço,
n.

Marco Deus disse...

Parabéns Júlia (julgo serem atrasados, mas fica o sentimento). Não a conheço pessoalmente, mas aprendi a conhecer a sua arte e simpatia neste e noutros espaços. Pois que todas as flores são dignas do seu destinatário, mas julgo que as preferidas, se não estou em erro, são as papoilas!

Parabéns, continue a alegrar-nos com a sua simpatia e talento!

Abraços cá das terras de Braga.

Júlia Ribeiro disse...

Há quase um mês que ando por outras paragens e sem tempo nem oportunidade de visitar o nosso Blog.
Afinal deparo com tanta coisa linda, que me sensibilizou e me deixou à beira da lágrima.
Começo por agradecer ao Rogério o poema que escreveu para mim. E que poema, Amigos! Eu me revejo nesta dádiva de amizade.
E não me canso de o ler e reler. E lê-lo-ei sempre que sentir saudade do meu cantinho na Corredoura e sempre que os dias pesem um pouco mais.
Obrigada, Rogério. Um grande abraço.
Júlia

Agora vou por aí abaixo agradecer a todos os Amigos e Amigas que se lembraram de mim no dia 17 de Agosto.
Em seguida tenho muito para ler - e comentar - pois me parece que o blog está enriquecido e vai de vento em popa. Penso que todos os Blogueiros e simples visitantes estão de parabéns.

Júlia Ribeiro disse...

Afinal, vim primeiro acima agradecer ao J. Costa o
"ramo de aromas
com sabor de amoras",
para mais colhidas no Peredo e em Sequeiros.
Momentos como estes deixam-nos sem palavras.
Obrigada, Vasdoal, pelas flores de amendoeira também. È tudo o que consigo dizer.

Olá, caríssimo Nelson:
Muito agradecida pelas suas palavras amigas e pela sua mensagem que vi ao chegar ao aeroporto e sem a qual, talvez só amanhã viesse ao computador, dado que o cansaço é muito e - parece um absurdo , mas é verdade - agora tenho de descansar das férias...

Também ao Marco Deus o meu agradecimento e mais, por se lembrar das minhas flores preferidas.
Mas este ramo de amoras, com aquele brilho de encanto, no seu próprio tempo e lugar, trouxe até mim o aroma e o sabor das amoras da minha infância.
Um abraço para si , Amigo.
Júlia

Anónimo disse...

Lembro –me, quando era raparigo e fazia anos, que a minha mãe fazia um lanchinho para os meus companheiros de rua e de escola:bolos ,moletes, paivinhas ,empada,económicos,súplicas, amêndoas, rodelas de salpicão,tchouriço,bolinhos de bacalhau,leite ,laranjadas Torre e Reboredo ,refrescos de groselha e capilé.Com a barriga cheia ,íamos para a Praça Nova jogar a bugalha.
Lembro-me de ir a uma festa de anos da vizinha e servirem pirolitos em cálices de licor.A minha mãe disse que era para não andarmos de caganeira.
Lembraram-me no blogue que a Drª Júlia fez anos e ,depois do poema do Rogério , dos versos do Remondes e dos vários comentários ,nada mais há a dizer .Estou de acordo e assino.PARABÉNS.

O meu nome é Braganção
Desde a Reconquista que o meu nome é Braganção.

Júlia Ribeiro disse...

Obrigada, Braganção. Os cinco sentidos, as memórias de infância, as primeiras angústias e os primeiros prazeres, para sempre nos atam - e com nó cego - ao cantinho em que nascemos e onde nos criámos.
Um abraço
Júlia

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