segunda-feira, 30 de junho de 2008
Panorâmica de Estevais

A fotografia de hoje, mesmo com imperfeições técnicas, mostra que não é necessário ser uma grande aldeia para ter brilho, receber bem quem visita e proporcionar bem estar aos que lá vivem. Fiquei encantado com a minha visita a Estevais, freguesia de Adeganha.
domingo, 29 de junho de 2008
Digressões


Aproveitando uma visita à Igreja durante esta semana, lembrei-me de subir aos sinos e tirar umas panorâmicas de Moncorvo, um pouco como fez o saudoso Eng. Monteiro de Barros na década de 50 do século passado. Depois de aqui chegarmos, compreendemos porque nos custa deixar para trás esta terra....
sábado, 28 de junho de 2008
Na Serra do Reboredo

Azedas e cravinas-bravas (Dianthus lusitanus), na Serra do Reboredo (24-05-2008).
sexta-feira, 27 de junho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Amêndoa
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Foz do Sabor
Verdes são os campos ...
... mas cada um vê com seu olhar.
Porta, na Rua da Misericórdia. Torre de Moncorvo.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
O mundo de Trás-da-Serra
A serra a que nos reportamos é, obviamente, a do Roboredo. Pelo que a designação de "trás-da-serra" ou "aldeias de trás-da-serra" para denominar Açoreira, Maçores, Urros e Peredo, terá sido aposta pelos da banda Norte da serra, os da vila, a altaneira Torre de Moncorvo, sede da fiscalidade, das justiças e dos poderes municipais.

Vertente Sul da Serra do Roboredo e Carvalhosa (antigas minas de ferro da Ferrominas), vista do alto do Citoque.



Urros, ainda. O regresso do gado, ao fim de tarde, é sempre um momento bucólico que me faz lembrar um célebre quadro de Silva Porto (existente no Museu Soares dos Reis, no Porto)

Não fossem as casas novas, ao fundo, e poderia ser uma imagem captada a bordo da cápsula do tempo, muitos séculos atrás... Terá sido a abundância de gados que ajudou a fomentar a tecelagem de Urros, noutros tempos, que hoje os teares silenciaram-se de vez...

"Canhonas" (ovelhas) e "borreguinhos" na côrte. Aqui ainda se sentem os cheiros medievais...
sábado, 21 de junho de 2008
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Igreja de Torre de Moncorvo
Para que o tema não arrefeça, fica mais uma fotografia da Igreja de Torre de Moncorvo.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Os berrões
Museu Nacional de Arqueologia - Lisboa
" Exposição - Religiões da Lusitânia"
Já que as alheiras estão por perto, aqui estão alguns berrões (4) referidos nas " Religiões da Lusitânia", por J. Leite de Vasconcelos, encontrados nas Cabanas - Torre de Moncorvo.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
E pintar com quantas cores o vento tem

...
Tu dás valor apenas às pessoas
Que acham como tu sem se opor
Mas segue as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor
Já ouviste um lobo uivando no luar azul
Ou porque ri um lince com desdém
Sabes vir cantar com as cores da montanha
E pintar com quantas cores o vento tem
E pintar com quantas cores o vento tem
Vem descobrir os trilhos da floresta
Provar a doce amora e o seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não querer indagar o seu valor
...
Canção do filme da Disney, Pocahontas.






































