Foi inaugurada ontem, pelas 12;00h, a XXIV Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo, com a presença do Presidente da Estrutura de Missão do Douro, Engº. Ricardo de Magalhães, Governador Civil do Distrito de Bragança, Engº. Jorge Gomes, Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Engº. Aires Ferreira, e outras individualidades. Contando com várias dezenas de expositores de todo o país (incluindo da Região Autónoma da Madeira), a exposição está patente, como é habitual, no pavilhão gimnodesportivo da Corredoura, durante este período de festas da Amendoeira em Flor.
Aqui ficam algumas imagens da mesma:
A Feira de Artesanato estará aberta diariamente até ao dia 28 de Fevereiro, durante a tarde e noite, até às 11;00 (aos sábados até à meia-noite). A não perder!
1 comentário:
Regressada à base, estou a pôr em dia a minha leitura do nosso blog, bem como dos comentários.
Em duas semanas , deparo com uma tonelada de material novo ! Isto é que é trabalhar e produzir !!
Não tenho hipóteses de ir comentar tudo quanto está para trás, mas não quero deixar de assinalar três ou quatro postagens que são de destacar:
1ª os poemas do Daniel de Sousa e do Rogério Rodrigues.
É uma pena que os dois poetas se não deixem publicar. É até uma crueldade para todos nós , simples mortais, que só podemos lê-los a conta-gotas.
Mesmo assim, agradeço a ambos os momentos de beleza que avaramente nos proporcionam.
2ª Outra das postagens interessantes: a do rótulo do vinho do Porto da Quinta do Sabor de Manuel Pinto - uma relíquia e ainda um regalo para os olhos. Deve ter sido também um regalo para o paladar.
3ª A "Carta de Amor" é deliciosa!
4ª A "Crónica de uma memória fatigada" do Rogério deixou-me sem fôlego. Da lista dos "excluídos", relembrei o tristíssimo fim do Cagado das Moscas, o sofrimento atroz dos seus últimos dias, causado por alguns dos "pulhas" ou de seus filhos, rapazolas a quem tudo era impunemente permitido, e que levou o pobre excluído a enforcar-se.
5ª Mudando de agulha : gostei do Entrudo no Felgar.
Pena que não haja nada esrito, nem fotografias sobre o Entrudo da Corredoura.
Os "entrudos" - um bom magote, de caras tapadas, vozes disfarçadas, vestimentas que se pretendiam a condizer e com toda a canalhada atrás - percorriam as ruas da Vila e as suas representações, talvez algo toscas mas de crítica contundente, fizeram mais de uma vez, com que algumas das janelas dos "pulhas" se fechassem.
E com esta e mais um abraço, vos deixo por hoje.
Júlia
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