Já quase depois do sol se esconder, encontrei este bonito portão no Felgar. A solução foi fotografar contra o céu, tentando captar os contornos do ferro forjado. É um exemplar muito bonito, com um trabalho muito pouco frequente.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Detalhes em Ferro 2
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Felgar, hoje
Reza o calendário, confirma-o "O Seringador" que dia 20 de Janeiro foi dia de S. Sebastião.
Calhando numa terça-feira, fez-se a procissão no domingo seguinte.
Apenas a procissão, que isto não está para festas.
No final a Banda da Sociedade Filarmónica Felgarense actuou em frente à igreja matriz.
Ficam o Leonel Brito e o N. Campos nomeados mordomos com direito a uma peça de música: o"Barbanha".
Perdoem, se puderem, a péssima qualidade da filmagem.
Fica a intenção de divulgar a Banda, o Felgar e o Concelho.
Tentem visualizar em HQ. Vê-se um pouco melhor
A. Manuel
Felgar ainda... de "Outros Tempos"
Não tenho dúvidas que a autora deste belo poema tinha o Felgar em mente (um Felgar talvez dos anos 40), quando o escreveu... Importa dizer que a Drª. Maria da Assunção Carqueja foi, também, a autora do hino da sua terra natal ("És tão linda, oh minha aldeia...")
Por isso aqui fica, do seu mais recente livro (saído pelo Natal de 2008), com a devida vénia:
OUTROS TEMPOS...
Aldeia de Trás-os-Montes
com seus palheiros e fontes,
suas casas de granito
dezenas d'anos atrás...
Tantas saudades me traz...
Como tudo era bonito!...
As portas, de par em par,
marcavam o começar
da faina do novo dia...
... e as crianças da escola
levando sua sacola
lá iam em correria!
Brincadeira e gargalhada
pulando pela calçada
tudo dava p'ra brincar,
procurando violetas
nos cantinhos das valetas
ou charcos para saltar!...
Era tudo feito à mão
as meias de algodão,
as botas do sapateiro,
até os linhos vestidos
bordados e coloridos
sem marca de costureiro!
Galinhas com pintainhos,
cavalos e burriquinhos
e carros de bois jungidos
... Tanto me vem à ideia
da vida da minha aldeia
dezenas d' anos volvidos!
Maria da Assunção Carqueja
In Jardim da Alma, poemas.
Dezº. 2008.
Felgar
Como vários Felgarenses se têm mostrado interessados em ver /saber coisas de outros tempos sobre a sua terra, e como eu também me considero Felgarense (a minha avó paterna, Julieta Freire, era natural do Felgar; a família era, nessa altura, conhecida pelos Laranjos), aqui vão o texto do Assis e fotos minhas, em homenagem aos homens do barro e ao Nelson, pelo seu trabalho “Centros Oleiros do Distrito de Bragança”
Leonel Brito

sábado, 3 de janeiro de 2009
Meninos do Felgar
Da reportagem “Moncorvo, zona quente em terra fria”, de Março de 1974, fazia parte esta fotografia tirada no Felgar com a canalha da aldeia gritando para o fotógrafo:
É p'rá telebisão!
Passados 35 anos, os meninos de 74 desta foto, alguns são hoje pais, outros já avós. Que esta foto seja uma prenda (atrasada) de Natal para todos.
Leonel Brito
domingo, 2 de novembro de 2008
Cruzeiro no Cabeço da Mua - Felgar
Corria o ano de 1939. Talvez 1940, dizem alguns.
Um grande cruzeiro em granito foi colocado no alto do Cabeço da Mua, freguesia de Felgar.
Quis o destino que no ano seguinte o cruzeiro fosse derrubado pelo “ciclone”
Assim permaneceu até ao dia 12 de Março de 2005, dia em que foi de novo reerguido.
Se circularem na estrada nacional indo de Moncorvo em direcção a Carviçais, depois de passarem pelo Carvalhal olhem para a esquerda, para o alto do Cabeço da Mua.
Se puderem subam! Vale a pena.
Uma nota: ainda há que se lembre desse temporal. Daria um bom tema a explorar. Mas é melhor não perderem tempo.
António Manuel

