Al final volvemos a lo mismo;el agua. Una relación casi mágica,lugar de fe,fuente,agua.Casi los mismos lugares sagrados. Preciosos lugares.Un abrazo Angel
Mira Angel, lo que no sabes es que no muy lejos de esa fuente, se ha encontrado en finales del siglo XIX una esculptura de una pequeña cerda (si, más una representación de nuestro dios "Reco"), que desgraciadamente estay en Lisboa... Es conocida como la "berroazinha da Açoreira". Sin duda, mágicos lugares... Gostei de ver que na Açoreira a tradição ainda é o que era, com essa bela cascata de S. João defronte da capela de Santa Bárbara (creio que é de Santa Bárbara, se não o fôr, corrijam-me). Sobre a inscrição no dintel da porta da casa próxima da capela, representa uma data: i7+0ii, que tanto se poderá ler como 1702 como 1711, tendo uma cruz de separação a meio da data, assente no Gólgota (linha curvada para baixo), que ao mesmo tempo simula um antropomorfo fálico, signo frequente na arte rupestre. Há ainda outras inscrições posteriores algo confusas pois a escolarização dos artistas e dos camponeses desses tempos não dava para mais. Parabéns por estes registos "pepineiros". Nota: para quem não sabe, os habitantes da Açoreira eram conhecidos, outrora, por "pepineiros".
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3 comentários:
Al final volvemos a lo mismo;el agua.
Una relación casi mágica,lugar de fe,fuente,agua.Casi los mismos lugares sagrados.
Preciosos lugares.Un abrazo Angel
gracias e un abrazo, Angel.
Mira Angel, lo que no sabes es que no muy lejos de esa fuente, se ha encontrado en finales del siglo XIX una esculptura de una pequeña cerda (si, más una representación de nuestro dios "Reco"), que desgraciadamente estay en Lisboa... Es conocida como la "berroazinha da Açoreira". Sin duda, mágicos lugares...
Gostei de ver que na Açoreira a tradição ainda é o que era, com essa bela cascata de S. João defronte da capela de Santa Bárbara (creio que é de Santa Bárbara, se não o fôr, corrijam-me).
Sobre a inscrição no dintel da porta da casa próxima da capela, representa uma data: i7+0ii, que tanto se poderá ler como 1702 como 1711, tendo uma cruz de separação a meio da data, assente no Gólgota (linha curvada para baixo), que ao mesmo tempo simula um antropomorfo fálico, signo frequente na arte rupestre. Há ainda outras inscrições posteriores algo confusas pois a escolarização dos artistas e dos camponeses desses tempos não dava para mais.
Parabéns por estes registos "pepineiros".
Nota: para quem não sabe, os habitantes da Açoreira eram conhecidos, outrora, por "pepineiros".
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