Dois. Depois, olho em redor, esquadrinho os teus montes, procuro neles esse vislumbre que tu não és capaz de me dar. Procuro nas giestas, nas estevas, na dureza das fragas, nos torrões, nas amendoeiras, nas rugas dos homens de pele curtida, até na toponímica que tanto me impressionou noutros tempos, e que nunca soube explicar, procuro esse sinal, e o resultado... Parece que troças do meu desalento. Ris-te despudoradamente desta minha incapacidade, deste minha veleidade de tudo querer captar, desta minha fantasia de querer entrar nessa tua quinta-essência, que eu sei possuíres, mas tu ignoras-me, estás rendida a outros valores que não são meus, que eu não compreendo, não te consigo entender, estás fechada em ti mesma,fazes-me pena.
Não sei qual a origem da tamanha incompreensão.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Incompreensão
Projecto LIMPAR PORTUGAL
Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de mais de 17000 voluntários registados.Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!
Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, http://www.limparportugal.org/, onde tem toda a informação de como o fazer.
O projecto Limpar Portugal também está aberto a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento.
No dia 20 de Março de 2010, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema.
Veja aqui: http://www.limparportugal.org/
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LIMPAR PORTUGAL/TORRE DE MONCORVO
No caso concreto de Torre de Moncorvo, desde cedo um grupo de jovens aderiu a este projecto, o que muito saudamos. Nos últimos tempos gerou-se uma dinâmica maior, tendo já aderido, até este momento, 42 pessoas (individuais e colectivas), entre as quais diversas Juntas de Freguesia, Câmara Municipal e Agrupamento de Escolas.
Está prevista uma reunião sobre este assunto, a qual terá lugar no próximo dia 27 de Fevereiro no auditório da Biblioteca Municipal.
LIMPAR PORTUGAL/GRUPO TORRE DE MONCORVO:
Pode inscrever-se aqui: http://limparportugal.ning.com/groups/group/show?id=3644063%3AGroup%3A12523&xg_source=msg_mes_group
COORDENADOR: Nuno Mourão Carvalho (Grupo de Jovens de T.Moncorvo)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
HISTÓRIAS POLÍTICAS
O Anel do Navarro


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Sábado cultural, na Biblioteca Municipal
Obsessiva, nesta mostra, é a figura feminina, apenas esboçada ou sugerida, pondo-se a tónica nos seios, como anota o seu crítico: "as mamas são pretas, azuis, policromáticas", talvez reflexo da passagem do pintor por terras africanas, onde fez a tropa (Guiné).
Nascido no Porto (1950), Gomes da Rocha é advogado, foi jornalista e considera-se um pintor auto-didacta, pintando "por ociosidade". Conta com algumas exposições no seu currículo, nomeadamente no Ateneu comercial do Porto e na Casa do Douro (Régua). Tem participado também em exposições colectivas.
A Exposição está patente até ao dia 21 de Março, no Centro de Memória de Torre de Moncorvo
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Inauguração da XXIV Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo
sábado, 20 de fevereiro de 2010
CARVIÇAIS 1932
Numa das minhas idas à Biblioteca Nacional , encontrei este folheto.Guardei-o.Enquanto o Rogério, na nossa biblioteca, apresenta o novo livro de Sá Gué, eu posto estes versos de ceguinho, saudando os dois .
Apresentação do livro "Na intuição do Tempo", de A. Sá Gué, em Torre de Moncorvo
Na contracapa, que fecha o livro, deixa-se a questão: "Será possível fazer a síntese de um determinado tempo e percepcionar o Futuro? Que movimentos, que ideias nos influenciaram e nos fizeram seguir em determinada direcção? Este é o propósito deste livro, que procura condensar alguns dos movimentos sociais do séc. XX, materializados em personagens que interagem entre elas dentro do comboio do tempo, um tubo de ensaio onde as personagens, ora exteriorizam os seus pensamentos, ora os verbalizam, ora comentam a paisagem que vai surgindo através da vidraça do imperecível combóio, permanentemente fustigado pela força das intempéries da tecnologia e que o engenheiro Norberto acredita dominar. / Nada acontece por acaso".
O autor, António Sá Gué (nome literário do tenente-coronel António L.), nasceu na freguesia de Carviçais, concelho de Torre de Moncorvo em 1959, tendo frequentado o ensino secundário nesta vila. Estreou-se na escrita em 2007 com a publicação do romance "As duas faces da moeda", a que se seguiu, logo no mesmo ano, o belo livro "Contos dos Montes Ermos" (que tem por cenário a nossa região), numa edição da ArtEscrita. Em 2008, com a chancela da Papiro Editora, publica "Fantasmas de Uma Revolução", onde ficciona o PREC.
No presente livro, "Na intuição do Tempo", o autor analisa os grandes movimentos do séc. XX - o movimento hippie, o marxismo, o capitalismo... - e procura projectar o futuro pela interacção de vários "personagens-tipo" que viajam num comboio, animado de um movimento perpétuo. - Acrescentaremos nós que a esta metáfora ferroviária não estarão alheias as centenas de viagens de um magala pelas linhas do Sabor e do Douro (além da linha da Vida...).
A apresentação em Torre de Moncorvo é daqui a pouco, às 16;00h, na Biblioteca Municipal - não falte!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Muros
Alguns MUROS caíram às primeiras palavras de ordem. Tinham tão tosca sustentabilidade, os princípios eram tão leves, os caboucos tão pouco profundos, tão mesquinhos e interesseiros que, aos primeiros encostos, tombaram. Outros, mais resistentes, não pela sua nobreza, mas pelo enraizamento nos longos dias de desertificação, iam deixando adivinhar translucidez, era como se um qualquer remorso lhe roesse na consciência e deixassem transparecer o desconforto sentido e a fazer adivinhar a sua queda para breve. Mas não se julgue que tombavam por magia, não! Gente de martelo e escopro em punho derrubava secções, abria fendas, trabalhava afincadamente para que isso acontecesse. Aos mais curiosos, era vê-los empoleirados a espreitar às janelas, às soleiras das portas, ansiosos de participar naquela caravela que velejava desgovernada. Muitos, seduzidos pelo canto da sereia, como que encantados, sem motu próprio, deixam engrampar-se pela corrente que tudo derruba. Na sede de vingança, a enxurrada tudo transportava: bons e maus, ricos e pobres. Nela boiavam cadeiras, bancos, raiva de séculos, quilos de impaciência, inconsciência, gritos de revolta.
" Na Intuição do Tempo" de António Sá Gué
António Sá Gué e António M. Pires Cabral, escritores com fortes ligações a Torre de Moncorvo.quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Entrudo no Felgar - a dança satírica
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Exposição "O Ciclo da Amêndoa" - até 14 de Março
Em rigor a exposição começa a vislumbrar-se cá fora, nos jardins do Museu: uma amendoeira mais adiantada começando a florescer...
Aspecto geral da Exposição: fotografias e alguns objectos associados ao "ciclo da amêndoa".
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Cartas de Amor de outros tempos
Quando ainda não havia Dia de S. Valentim, as declarações eram assim:
Carta de um soldado, natural de Mós (concelho de Torre de Moncorvo), dirigida à sua amada - cópia efectuada pelo próprio, escrita num caderninho, onde se lê, em título: "Carta a pedir namoro", sendo datada do Porto, em 31 de Janeiro de 1949: «Menina F... / Em primeiro lugar faço votos para que estas minhas duas letrinhas / a possam encontrara a gozar uma perfeita saúde, que eu / ao descrever-lhe o meu amôr que sinto pela / menina, fico bom felizmente. / Menina, desde o primeiro dia em que tive a suprema felicidade de a poder apreciar, fiquei um pouco emprecionado / e não pude dirigir-lhe uma pequena frase, / para que meu coração ficasse mais um pouco calmo / Mas enfim como hoje acorda-se com um coração / em sobre-saltos, fui obrigado a declarar-lhe o meu amor / que pela sua pessoa sinto. A menina para mim foi a mulher mais bela, que / desde o meu nascimento pude apreciar com a minha visão. Linda todo o seu corpo me pareceu um fenómeno. Esses seus olhos lindos pareceram-me duas pedras / preciosas imaginárias, seus cabêlos como o ouro e a sua face rosada, enfim não posso / descrever-lhe como você seja bela e formosas. Bem sei que a minha dignidade / como homem não se compara com a da menina, mas enfim desculpe-me de eu lhe dirigir esta simples carta, pois foi só simplesmente para lhe declarar o amôr que por / si sinto. Pois de si espero uma pequena resposta à minha declaração, e espero que ela me venha a agradar; e para isto basta dizerme que me declara amôr. / Sem mais passo a pedir-lhe desculpa pela ousadia que tive em lha escrever. Estimo que tenha / saúde e felicidade, sou este que me assino, [...]
O caderno contém ainda os poemas que vão acima e outros escritos, tudo supostamente dos anos 40 ou inícios de 50, pertencente a um mózeiro, hoje octogenário.Os nossos agradecimentos ao Autor, pela cedência e autorização de publicação, e ao nosso amigo Luís Lopes, também mózeiro, pela sua recolha e cedência para o Blogue.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Cartaz das festividades da Amendoeira em Flor, em Torre de Moncorvo
Embora já aqui tenha sido postado o programa das festas da Amendoeira em Flor do nosso concelho, aqui fica, de novo, sob a forma de Cartaz (clicar sobre a imagem, para a Ampliar).
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
À procura da Luz
Para que o Daniel de Sousa não se encontre sozinho na inquietude poética, belíssima,diga-se de passagem, aqui vai uma banalidade angustiada do Pedro Castelhano
À procura da Luz
Aqui, nas costas brancas do silêncio, escrevo-te
em surdina, não vá o silêncio acordar.
Aqui, entre trevas tristes e mágoas
de pássaro sem abrigo, mas de asa aberta
à luz, escrevo-te pela ínfima vez. Como
se esperasse o apodrecer da semente e
a ameaça serena da flor.
Aqui, neste espaço
sem medida, com a memória prisioneira,
escrevo-te, com todos os sentidos adormecidos.
Nas masmorras da Palavra, apesar de tudo,
há uma sílaba que brilha como se fora
pão e luz, como se fora véu e mãe.
Aqui, ignora Deus para te conheceres melhor.
Alerta a festa para haver um entardecer mais longo.
Aqui, donde te escrevo sem saber de onde,
pega na mão e filtra as carícias como
filamentos frágeis de tão eternos que
nos conduzem até à suprema arte
do silêncio. Afaga a mão como borboleta
antes da morte ou cisne anunciando
Mozart. A beleza é esse instante
roubado ao Tempo.
Aqui, sem espaço
nem memória, escrevo-te, como
se um foco de luz penetrasse na cegueira
e dispensássemos os deuses de saber quem somos.
Pedro Castelhano
.
Programa da Amendoeira em Flor - Torre de Moncorvo 2010
12 DE FEVEREIRO – SEXTA-FEIRA
- 14.00h - Corso de Carnaval, pelo agrupamento de escolas do concelho de Torre de Moncorvo
13 DE FEVEREIRO - SÁBADO
15;30h - inauguração da Exposição O ciclo da Amêndoa, no auditório do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo
16 DE FEVEREIRO – TERÇA-FEIRA (CARNAVAL)
- 15.00h - Actuação de José Alberto e sua banda, na praça Francisco Meireles
20 DE FEVEREIRO – SÁBADO
- 12.00h - Abertura da XXIV Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo
Actuação da Banda Filarmónica de Felgar, no Largo da Corredoura
- 15.00h - Actuação da Banda Filarmónica de Felgar, na praça Francisco Meireles
- 15.00h - Inauguração da Exposição de Desenho e Pintura de Gomes da Rocha “Sem Escola nem Escala”, no Centro de Memória de Torre de Moncorvo
- 16.00h - Apresentação do livro ”Na intuição do tempo“ de António Sá Gué
Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo
- XV Aniversário do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo – Entrada gratuita a todos os visitantes, Museu do Ferro e da Região de Moncorvo
- 22.00h - Actuação de TAYTI, no Largo da Corredoura
21 DE FEVEREIRO – DOMINGO
- 15.00h - Actuação de David Caetano, Largo da Corredoura
27 DE FEVEREIRO – SÁBADO
- 22.00h - Espectáculo Cantigas do Festival, Largo da Corredoura
Actuação dos MYULA, Largo da Corredoura
28 DE FEVEREIRO – DOMINGO
- 15.00h - Actuação da Banda Filarmónica de Carviçais, Largo da Corredoura
- 18.00h - Encerramento da XXIII Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo, Largo da Corredoura
4 DE MARÇO – QUINTA-FEIRA
- 15.00h - Abertura da VII Feira dos Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura
- 17.30h - Inauguração da VII Feira dos Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura
- 22.00h - Actuação de QUIM BARREIROS, Largo da Corredoura
5 DE MARÇO – SEXTA-FEIRA
- 22.00h - Actuação de MYULA, Largo da Corredoura
6 DE MARÇO – SÁBADO
- 22.00h - Actuação de PYROPLASTOS e DUFF, Largo da Corredoura
7 DE MARÇO – DOMINGO
- 16.00h - Actuação de BRUNO CORDEIRO, largo da Corredoura
- 18.00h - Encerramento da VII Feira de Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
ICONOGRAFIA REPUBLICANA
Curioso rótulo de vinho do Porto, Quinta do Sabor, de Manuel Joaquim Pinto [estabelecido em Vila Nova de Gaia desde 1889, com armazéns de vinho do Porto, M.J.P. compra propriedades vinícolas no Douro (1898) e na Foz do Sabor estabelece a sede da sua actividade]. - J.M.M.
http://manuel-bernardinomachado.blogspot.com/2010/02/bernardino-machado-e-viticultura.html )
Municípios do Douro vão investir 119 milhões de euros até 2013
“O objectivo é ter o Douro a uma só velocidade. O desenvolvimento passa pela coesão social e territorial”, afirmou hoje o presidente da CIMDOURO e da Câmara de Alijó, Artur Cascarejo.
A CIMDOURO está a gerir o Programa Territorial de Desenvolvimento do Douro que prevê, até 2013, um investimento na ordem dos 119 milhões de euros em projectos municipais, para os quais já dispõem de uma verba assegurada de 83,1 milhões de euros de cofinanciamento FEDER. Os primeiros contratos de financiamento foram assinados hoje no Peso da Régua, envolvendo uma verba de 8,4 milhões de euros e uma comparticipação comunitária de 5,9 milhões de euros.
Estes contratos correspondem às candidaturas a apresentadas pelos concelhos de Torre de Moncorvo e Santa Marta de Penaguião para a construção e requalificação de áreas de acolhimento empresarial e pelos municípios de Armamar, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Penedono, Régua, Sabrosa, Tabuaço, Torre de Moncorvo e Vila Real para a requalificação e beneficiação da malha viária municipal».
da Agência Lusa, 8.02.2010, in jornal "i", - para ver notícia completa: http://www.ionline.pt/conteudo/45800-municipios-do-douro-vao-investir-119-milhoes-euros-ate-2013
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Mãe
Pedindo desculpa por certo intimismo, ofereço este soneto a todas as Mães moncorvenses, evocando a minha própria Mãe que era natural de Castelo Melhor e certamente viu muitas vezes florir as amendoeiras nesta altura do ano.
o teu rosto pertence a estes montes,
a tua voz colhe do rio e nele flui o percurso
da memória, tal o mundo, tal o discurso
que em mim te nomeia, como se fossem pontes
do passado para o meu peito, agora mais cansado,
mais lento o gesto, mais suave a mão
vem tudo de ti e eu não sabia, tudo repete o que não
pude dizer-te junto de ti tocando-te o cabelo, sentado
vê agora comigo estes campos – a luz da alva
sobre a névoa descobre os ramos floridos
da amendoeira, é já manhã e os cheiros crescem
húmidos da terra, num antiquíssimo rumor
que só agora desvendo nos teus braços doridos
como se fossem os meus próprios braços que renascem
8 de Fevereiro de 2010
Linha do Douro - alternativas para visita às amendoeiras em flor
Como foi amplamente noticiado, as derrocadas que se verificaram na Linha do Douro, por altura do Natal, a montante da estação do Tua, motivaram amplos trabalhos de recuperação da mesma linha. No entanto, devido ao dilatado prazo que inicialmente foi adiantado pela CP, chegou a temer-se que isto seria um pretexto para o encerramento da linha entre S. Mamede do Tua e o Pocinho.
Entretanto a Refer/CP vieram a garantir que a linha não seria encerrada no que respeita ao troço referido (ao menos para já, diremos nós...), esperando-se a sua reparação e reabertura até ao final de Março - ver:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1485121&seccao=Norte
Por esta altura, como é sabido, muitos turistas que vêm ver as amendoeiras em flor fazem-no por via ferroviária, o que poderia prejudicar o afluxo turístico e o comércio local/regional. No sentido de minimizar o problema, a CP vem anunciar as alternativas para os visitantes interessados, e que aqui reproduzimos, com a devida vénia do Jornal de Notícias (de 2010-02-03):«Comboios especiais
Fonte oficial da CP adiantou ontem, ao JN, que a empresa vai realizar o programa da Rota das Amendoeiras "entre os dias 27 Fevereiro e 27 Março".
Revelou que "está prevista a realização de cinco comboios especiais no percurso Porto - Tua, e volta", e acrescentou ainda que, devido às restrições à circulação na Linha do Douro, "teve de ser suspensa a Rota B". Este percurso incluía os concelhos de Vila Nova de Foz Côa, Meda, Penedono e Trancoso.
As outras duas Rotas seguidas habitualmente pela empresa mantêm-se, mas começam na estação de Foz-Tua e, como tal, tornam obrigatória a passagem pelo concelho de Carrazeda de Ansiães. A Rota A inclui ainda os municípios de Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa. A Rota C passa, para além de Moncorvo, por Alfandega da Fé e Mogadouro.
"É um pequeno acréscimo no percurso rodoviário que habitualmente se efectua e é a novidade de 2010", notou a fonte da CP.
Entretanto, a Refer definiu ontem o final de Março como a altura previsível para reabrir o troço Tua-Pocinho à circulação de comboios».
Para ler a notícia completa: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%E7a&Concelho=Carrazeda%20de%20Ansi%E3es&Option=Interior&content_id=1485082
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Vêm aí as amendoeiras em flor!
Flor de amendoeira, a nossa sakura
que nenhum poeta ainda cantou devidamente...
Fotos e txt.: N.Campos











Partindo amêndoas - os mais velhos explicam aos mais novos. 












