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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Vêm aí as amendoeiras em flor!

Há sempre uma que chega mais cedo...

Ainda por cima amarga - ou talvez por isso...

Árvore-andorinha que anuncias a Primavera...

Apesar do céu plúmbeo, a esperança de dias risonhos...

Flor de amendoeira, a nossa sakura

que nenhum poeta ainda cantou devidamente...

Fotos e txt.: N.Campos

2 comentários:

Júlia Ribeiro disse...

É uma época linda!
Quer para nós, transmontanos e moncorvenses, quer para os visitantes, o espectáculo das ladeiras cobertas de amendoeiras em flor é sempre um deslumbre.

Vou aproveitar este espaço para repetir uma mensagem/apelo que, no passado dia 3, deixei a MAYA DE LOS DIOSES.

Aqui vai:

Júlia Ribeiro disse...

Amiga Maya de los Dioses:
Ontem, depois das 10h da noite , ainda fiz quase uma directa a bisbilhotar - isto não é investigação coisa nenhuma - é mssmo só espiolhar aqui e ali e hoje já fiz umas horas muito largas na onda da espiolhagem.
Ora, vamos lá ver: Cristóvão Colon - comecei com Patrocínio Ribeiro, segui com Henrique José de Sousa, passei por Mascarenhas Barreto, Manuel Luciano da Silva, Roiz do Quental, Pedro Laranjeira, Manuel Rosa e terminei vendo o debate sobre os livros que vão surgindo e sobre o filme de Manuel de Oliveira " Colombo, o Enigma".
No debate estavam o Ten. Cor. Brandão Frr.ª e J.Rodrigues dos Santos - pela nacionalidade portuguesa de Colon;
e contra, estava o historiador José Manuel Garcia. Pelo meio apareceram mais uns quantos como Hernani Saraiva ...
Agora é que eu clamo por los mios Dioses !!
Se já estava um tanto confusa antes, neste momento é a confusão total que está instalada.
Li e ouvi coisas que só podem ter sido ditas/escritas em estado febril a rondar os 41/42 graus!
Para já, só lhe coloco 3 questões:
1ª - Que me sabe dizer de uma família judia, rica, de Santarém de nome Barach ( o que supõe Flandres, Holanda, até Alemanha), cujo nome deu em Português Barachos ou Barachas?
Sei que um tal Baracho foi um dos primeiros a aclamar D. António, como Rei, em Santarém. Parece que, nos Açores, D. António mandou matar um seu apoiante nobre, acusado de traição, mas de facto, por ter injuriado um Baracho.
2ª - Marta de Évora existiu mesmo?

Pode confirmar-se ? Onde? Como? Só encontrei o seu nome em Júlio Dinis. ( E muitas vezes num FORUM da GENEALL sobre a "legitimidade do Prior do Crato". Mas a par de opiniões razoáveis , havia quem delirasse fortemente ...)
Bom, a ter existido uma Marta de Évora - criada por Briolanja Henriques , casada com Aires de Miranda, alcaide-Mór de Vila Viçosa, filha do 2º senhor das Alcáçovas e a mãe era senhora de Barbacena (uma filha de Briolanja era aia da rainha D. Leonor) - quem foi a mãe de Marta de Évora? E quem a deu a Briolanja Henriques para esta criar?
Quanto ao pai da criancinha, verdadeiro ou falso, é sempre apontado D. Diogo Duque de Viseu e Beja, que não teria deixado apenas um filho bastardo (D. Afonso), mas também uma filha acabada de nascer ou ainda para nascer: a dita Marta.

3ª Parece que o pai de Violante , Pêro ou Pedro Gomes, seria ainda aparentado com uma mais conhecida família judia : a família Gomes de Figueiredo.
Este Gomes de Figueiredo é referido por Ruy de Pina como sendo amigo de Isac Abravanel. E um dos roupeiros de D. Jão II , chamado Antão de Figueiredo, que passou depois para o serviço de D. Jorge, seria filho de Gomes de Figueiredo.
Com esse Antão de Figueiredo terá D. João II querido casar Marta, mas a rainha D. Leonor opôs-se e o tal Antão casou com uma aia de D. Leonor. Desse casamento não houve descendência.
Isto terá pernas para andar?
Responda para o meu e-mail, por favor.
Bem haja
Júlia
quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010 02h13min00

Anónimo disse...

Parece-me que o quintal do museu está a florir! Muitos vão invejar...quando for da apanha da amêndoa... podem contar comigo.
mesmo sendo amarga...
:)


Sónia

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