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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Cortinha da Guarda


Foto dos anos 50, tirada na primitiva cortinha da guarda, local da exposição de fotografia “Detalhes em Ferro” de Aníbal Gonçalves, no próximo dia 21 de Fevereiro. Era então “inquilino” do quartel o Sargento Pires. Na foto, ele, a esposa, os dois filhos (Jorge e Teresinha, hoje casada com o critico de cinema Jorge Leitão Ramos) e vizinhas.

Nota: Não pretendo monopolizar o blog. Esta foto está relacionada com os comentários ao post anterior

4 comentários:

Júlia ribeiro disse...

Não monopoliza nada, Lelo. Para mim é um mar de lembranças e, ao mesmo tempo, um matar de saudades. Só tenho a agradecer.

Tenho mesmo de aprender a postar pois, uma vez por outra, relembraria uma pessoa , um facto, uma situação ... E isso nem sempre cabe num comentário.
Um abração
Júlia Ribeiro

n. disse...

foto bestial... um ambiente familiar, revelando a permeabilidade do espaço público/Autoridade, com o meio e ambiente doméstico. Aliás, este espaço era onde os guardas "despiam a farda" e se reencontravam com as suas origens de homens do campo (que eram), cultivando o seu cebolo, as couves, as batatas e tudo que era hortaliça. Cada qual tinha aí o seu canteirinho, antecipando o conceito do Arqtº Ribeiro Telles das "hortas ecológicas"...
Pela nesga de chão e de muro atrás, as personagens parecem posar no 2º patamar, no sentido de quem desce, do lado direito, onde está o poço, agora coberto, depois das obras de 1999-2000 (mais um fragmento para a história do solar do barão de Palme/quartel da GNR/edifício e jardins do Museu do Ferro).
E, claro q não monopoliza coisa nenhuma! É sempre bom avivar as memórias destes espaços, fundamental para compreendermos vivências e compreendermos melhor o que mudou.
abraço,
N.

Anónimo disse...

Exmo Leonel Brito

Tenho reparado que, num trabalho muito meritório, tem postado excelentes artigos e informações sobre TMC e até já aludiu à minha aldeia.
Atrevo-me a pedir-lhe o favor de me informar onde posso conseguir uma cópia dos trabalhos e recolhas que na decada de 70 fizeram na minha aldeia do Felgar onde filmou e entrevistaram muitos naturais sobre tão variados temas ( dia à dia na aldeia, emigração ...) então em voga.
Ainda me lembro de ter visto a preparação de algumas filmagens, ex. a de uma jovem a encher o cantaro de agua no marco, e tantas outras que eu nem cheguei a visionar.
Fico assim a aguardar pela sua resposta com a inerente informação.
Muito Obrigado.
Saudações felgarenses!

Anónimo disse...

Caro Anónimo,
Nos anos 70 fiz vários trabalhos sobre Moncorvo, e alguns incluíam o Felgar.
Deles dei conhecimento à Dr.ª Helena Pontes, entregando-lhe o que tinha em meu poder.
È vontade da Directora da Biblioteca recuperar, requisitando cópias à R.T.P.. os filmes que não tenho comigo.
Mais “coisas” serão publicadas no blog: reportagem com Assis Pacheco e algumas fotos. Sou também felgarense; minha avó paterna, Julieta Freire ,era natural do Felgar. A família era, nessa altura, conhecida pelos Laranjos.
Um abraço,
Leonel

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