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terça-feira, 26 de maio de 2009

A dádiva da vida


Somos, estamos, sentimos
tudo isto a vida nos oferece
até quando com a morte partimos
nossa lembrança em alguém permanece.

É bom saber que estamos vivos
mesmo quando a tristeza aperta,
é verdade, às vezes andamos perdidos
não tendo atitude certa.

Da vida nunca nos devemos fartar
ela é uma dádiva preciosa
devemos sempre acreditar
que connosco é bondosa.

Insaciáveis devemos ser
no que à vida diz respeito
tirar dela todo o prazer
e apreciar todo o seu feito.

Viver é bom é verdade,
mas temos de ter algumas regras
não esquecer a lealdade
quando na vida surgem pedras.

Com tanto imprevisto e desgosto
alguns perdem o rumo
depois partem do pressuposto
Que tudo é como o fumo.

Concordo que na realidade
nem sempre é fácil viver
mas o melhor é ter simplicidade
na nossa maneira de ser.

Bem ou mal nos corra a vida
devemos sempre nos lembrar
que a nós foi concedida
e temos de a respeitar.

Se assim formos positivos
é fácil o que é bom encontrar
seremos mais permissivos
e mais fáceis de amar.

Concluindo meus amigos:
vivam com intensidade
não se iludam com destinos
e sejam felizes de verdade.

Enviado por Séfora R.

5 comentários:

Anónimo disse...

Olá, Séfora R.:

Comento o seu Poema, sem outras considerações desnecessárias, com um texto ligeiro que enviei a um Amigo no que me pareceu ser um seu dia de tristeza. Chamei-lhe, então, "Azinheira". Ei-lo:


Azinheira

Olha,
Amigo,
Vê na bondade renovada da planície
Um dia florido de esperança
E de poesia!

Vê!
Uma azinheira está de pé,
Resistindo
Ao queimar do homem
E ao arder do mundo!

Uma azinheira está de pé,
Insistindo
No lutar pelo Homem
E no rejuvenescer do Mundo!

Está de pé uma azinheira,
A teu lado, companheira,
Contigo!

De pé,
Amigo!

Vai!

2009-02-13

J. Rodrigues Dias

Wanda disse...

Olá!
Essa construção me parece ser de um palheiro que fica na Canelha.Alguém saberia dizer-me se estou certa?Algum lousense no blog?
Já está chegando a festa de Santo António, onde se constroem as Cascatas e os músicos saem pelas ruas cantando e o povo dança nas ruas.Distribuem vinho e sardinhas .Será que ainda existe essa festa? Eu participei dela no ano de 2000.Dancei muito! A dança é meio corridinha e o ritmo muito animado! Vivi lá bons momentos! Nunca os esquecerei!
Abraços
Wanda
São paulo, 26 de maio de 2009

Anónimo disse...

Hola amigos.
El poema de Séfora está cargado de razonamientos positivos desde principio a fin, viene, creo perfectamente para un momento de crisis.
De todos modos, el consejo del santo jesuita español “en tiempos de tribulación, no hacer mudanza”, hubiera sido también aconsejable para unir al mismo.
De lo que si estoy seguro, es que si no se quiere en estos momentos “echar todo por la borda”, es seguir animando en los comentarios, para que el blog siga para adelante. Doña Julia Ribeiro, ha sido muy valiente, paréceme la Agustina de Aragón de Tras os Montes.
Un fuerte abrazo a todos. Ángel
P.D.
He dicho a todos.

Júlia Ribeiro disse...

Obrigada , Angel, por tão elogiosa comparação. Mas olhe que sou um dez reis de gente.
Estamos à sua espera e do saboroso Jamon.

Um abraço grande,
Júlia

Júlia Ribeiro disse...

AMIGAS e AMIGOS:
Angel, venha mesmo sem o jamon.
Lélia e Zé, Maria da Misericordia, Neta do Sr. Miguel Mesquita, Nela Aleixo,Moncorvense em Setúbal, Braganção em despedida, Horácio Espalha Júnior, M.C., e todos os Amigos Blogueiros que estejam disponíveis: jantar, dia 6, 20 h, Lagar, Moncorvo.
Já recebi mails e telefonemas.

Vamos ao tal abraço!
Júlia

PS - Pena a Wanda estar tão longe ...

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