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segunda-feira, 25 de maio de 2009

O Efeito Borboleta


É o último texto que publico neste blogue. Mas como o seu admnistrador achou por bem falar no efeito borboleta, pensei, numa de pedagogia, não vá o Diabo lembrar-se de mim, dar aos amigoos bloguers a definição do efeito borboleta, retirada da Wikipédia ( enciclo-pédia em que não acredito muito, mas que tem alguma utilidade). É que eu penso que é desmesurado, para não dizer megalómano, insinuar que o efeito borboleta atingiu este blogue em que gostei muito de escrever e, sobretudo, de aprender. Foi um pouco a minha aula de História sobre Moncorvo, que nunca tinha feito, erradamente, parte dos meus curricula escolares. Não tenho ressentimentos em relação a ninguém, quero, de uma vez por todas, realçar. Só que um dos princípios e valores que me têm norteado na vida tem sido a solidariedade. Eu só me reconheço no Outro. É com alguma mágoa que chego ao fim desta caminhada, desta ciclo-vida em que tão gostosamente pedalei. A todos os meus amigos,a todos, indistintamente, da crítica ao elogio, deixo o meu bem haja. E ao administrado do blogue, o Aníbal, desejo-lhe, com toda a sinceridade os maiores êxitos. Os nosso caminhos deixaram de se encontrar. Pode ser que um dia se possam cruzar. Gostaria, pois, que o meu nome fosse retirado, após este post, da lista dos colaboradores.
Apostila: o texto já está na versão do Acordo Ortográfico que eu rejeito, mas não estou para corrigir.



«O Efeito Borboleta

Diagrama da trajetória do sistema de Lorenz para os valores r = 28, σ = 10, b = 8/3
Efeito borboleta é um termo que se refere às condições iniciais dentro da teoria do caos. Este efeito foi analisado pela primeira vez em 1963 por Edward Lorenz. Segundo a cultura popular, a teoria apresentada, o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo. Porém isso se mostra apenas como uma interpretação alegórica do fato. O que acontece é que quando movimentos caóticos são analisados através de gráficos, sua representação passa de aleatória para padronizada depois de uma série de marcações onde o gráfico depois de analisado passa a ter o formato de borboleta.

Teoria do caos
O efeito borboleta faz parte da teoria do caos, a qual encontra aplicações em qualquer área das ciências: exatas (engenharia, física, etc), médicas (medicina, veterinária, etc), biológicas (biologia, zoologia, botânica, etc) ou humanas (psicologia, sociologia, etc), na arte ou religião, entre outras aplicações, seja em áreas convencionais e não convencionais. Assim, o Efeito Borboleta encontra também espaço em qualquer sistema natural, ou seja, em qualquer sistema que seja dinâmico, complexo e adaptativo. Existe um filme com o nome "The Butterfly Effect" (Efeito Borboleta) fazendo referência a esta teoria.
Dinamismo do efeito borboleta
Esse tipo de efeito quando restrito a uma ou duas variáveis, fixando-se as demais, tende a ser simples e aí, somente nesta situação não natural ou limítrofe, é que as leis da ciência clássica podem demonstrar a previsibilidade de um sistema fechado. Neste caso aumenta a rigidez sistêmica e o Efeito Borboleta pode ser mapeado de forma bastante simples. Alguns estudiosos afirmam que deixa de existir, porém, é sabido que a resultante de determinado cálculo quando passa a ser dado numérico de outro (e assim por diante), influi em seu resultado, portanto, atua o Efeito Borboleta. Isto foi descoberto (quase por acaso) por Edward Lorenz quando estava trabalhando com previsões meteorológicas no MIT e verificou a influência ocasionada em sistemas dinâmicos quando são feitas alterações muito pequenas nos dados iniciais inseridos em computadores numéricos programados para fazerem cálculos em série.

Descrição de ocorrência do efeito borboleta
Em 19 de fevereiro de 1998, computadores do sistema de previsão de tempestades tropicais dos Estados Unidos diagnosticaram a formação de uma tempestade tropical sobre Louisiana em três dias. Sobre o Oceano Pacífico um meteorologista daquela agência descobriu que havia uma pequena diferença nas medições executadas, e que estas poderiam prever uma pequena diferença no deslocamento das massas de ar. A diferença foi detectada através de uma movimentação do ar em maior velocidade na região do Alasca. Em função das diferenças, houve uma realimentação de dados nos computadores, estes refazendo os cálculos previram que a formação da tempestade tropical em Lousiana não ocorreria, mas haveria sim a formação de um tornado de proporções gigantescas em Orlando, na Flórida, o que realmente ocorreu em 22 de fevereiro de 1998.

Somatória do erro e incerteza dos sistemas rígidos
Na ciência clássica, em geral se transformam os sistemas abertos, ou seja, os sistemas dinâmicos, complexos e adaptativos, em sistemas fechados para poder aplicar as leis conhecidas que privilegiam as linearidades em detrimento das não-linearidades. Isto ocorre para facilitar e simplificar a análise de dados. Mas, ao se tomar uma decisão mínima, considerada muitas vezes insignificante, tomada com plena espontaneidade, nos sistemas dinâmicos abertos, poderemos gerar uma transformação inesperada num futuro incerto.
Por isto, neste tipo de sistema, quando restrito a uma ou duas variáveis fixando-se as demais, e somente nessa situação chamada limítrofe, o sistema se torna fechado, e o Efeito Borboleta aparentemente não atua, causando assim a impressão de um sistema estático.

Definição matemática
Um sistema dinâmico evoluindo a partir de ft indica uma dependência estreita entre as condições finais em relação às iniciais. Se for arbitrariamente separado um ponto a partir do aumento de t, sendo um ponto qualquer M aquele que indica o estado de ft , este mostra uma sensível dependência das circunstâncias finais a partir das iniciais.
Portanto, havendo assim no início d>0 para cada ponto x em M, onde na vizinhança de N que contém x exista um ponto y e um tempo τ temos : \delta \,.»

16 comentários:

Marco Deus disse...

É com imensa pena que constato a saída do Rogério do Blogue. Respeito a sua decisão, pois é o seu direito. No entanto compreendo ao mesmo tempo a sua decisão, a verdade é que este blogue tem como objectivos a divulgação do Concelho, não é uma tarefa fácil, eu mesmo sinto essas dificuldades com o “Corvo”. Este é de todos um blogue de referência e que se destaca dos demais, quer pela sua estrutura e conteúdos, como pelos que nele participam. O Rogério é sem dúvida um elemento que sempre acrescentou conteúdos de elevada qualidade, é uma personagem (embora não conheça pessoalmente) que sempre demonstrou “amor incondicional” à terra (à nossa terra). Independentemente das críticas daqueles que sempre procuraram denegrir o trabalho aqui feito, ao invés de optarem por uma contribuição mais produtiva, este colaborador sempre demonstrou uma atitude ímpar e séria. Não sei se esse foi o principal motivo para a sua saída prematura, no entanto é sempre de lamentar e sem dúvida que o blogue vai sentir a sua falta e das suas publicações. Espero que não seja um adeus, mas um até já. Da minha parte resta-me desejar felicidades ao Rogério e que os seus caminhos venham sempre dar a Moncorvo.
Quanto a mim, o Aníbal sabe que pode sempre contar comigo no que for preciso, o espírito Moncorvense é assim mesmo cai um, mas estão sempre mais uns quantos para o ajudar a levantar. Não digo tudo o que me vai na alma, pois significaria cair na insignificância que alguns pretendem.
Finalizo, esperando que este “efeito borboleta” seja temporário, pois este espaço é já para alguns uma segunda casa, pela sua dimensão e qualidade, merece e terá melhores perspectivas e dias mais felizes.
Relembro mais uma vez: O Blogue não é de uns é de TODOS!

Anónimo disse...

Se bem entendi, num sistema fechado o efeito borboleta não actua, causando a impressão de um sistema estático. Será assim? Ou o Lorenz estava equivocado?
De qualquer forma é bom saber que qualquer sistema natural é dinâmico, complexo e adaptativo.
Daniel

LOPES disse...

Não pretendo ter espirito de contradição nem sei o que se passa mas outro dia não sei onde, mas ouvi ou li uma frase que dizia mais ou menos isto;
( Nunca devemos chegar ao topo porque depois disso só nos resta descer)
Percebi que realmente quando chegamos onde queríamos ou não queríamos temos que traçar novas metas, novos objetivos, pois após ficar-mos sem trajeto, e com dificuldades para chegarmos ao que pretendemos, percebo que o dia à dia não será fácil para algumas pessoas é difícil livrarem-se das dificuldades porque na verdade sabem não são ninguém, permitem viver sem dívidas, sem conflitos com as pessoas ou vivem a vida a reclamar de tudo e de todos sem nada fazer para ver que o que está ruim é o que está em sua mente.
Ve-se que a vida é a mesma quando tudo passa e se não se encontra uma nova razão para ela, vive-se apenas vendo a vida passar, cada um ocupa o espaço que ocupa, ninguém é tem razão para não fazer aquilo que se promete fazer.
Por morrer uma andorinha não morre a primavera, sei que por vezes os interesses sociais, políticos e comerciais levam-nos a pensar na conflitualidade com os outros, porque se temos cinco dedos nem todos são iguais, opiniões contraditórias devem convergir para uma solução digna e justa, ninguém pense em fugir só porque o outro sabe mais ou programa ou faz mais pela página que resolveu fazer.

A caravana passa e os cães ladram

LOPES

Júlia Ribeiro disse...

Fiquei a pensar no somatório do erro e no “efeito borboleta”
Ai , que desgraça : então não estamos todos a ver o que se passa quando um banco retira ( por engano) apenas 1 euro por ano em cada 100 que o cliente lá depositou : em mil euros retira (também por engano ) 10 euros. Num milhão de clientes o “engano” ascende a 10 milhões de euros. Mas se cada cliente tiver lá depositados dez mil euros , já serão 100 milhões de euros ... e se tiver lá depositados cem mil euros então serão mil milhões de euros.... O “engano” já é astronómico. Com o montante desse “engano” ou “erro primordial” , pode o banco emprestar largas quantias a juros altíssimos, transacionar imóveis, obras de arte, acções, obrigações, etc. e com isso ganhar tantos milhões, que então sobrevém o “ efeito borboleta” – aquele bater de asa tão leve, sedutor , atraente – passando por off-shores, por contas altamente secretas e por outros lugares que nós até conhecemos, esse bater de asa levíssimo acaba por se tornar tempestade, ciclone, tufão, tornado !
O sistema que era muito dinâmico , mas extremamente fechado, tornou-se então um sistema aberto, tão esburacado que não tem conserto...
Desculpem lá a brincadeira com coisas sérias...

Um abraço
Júlia

Anónimo disse...

Hola amigos.
Tengo un problema de comprensión con un jamón de cerdo, (presunto de porco), que me tiene preocupado.
Llevo horas intentando explicarle lo del efecto mariposa, (borboleta), y creo que no me entiende.
Le he contado que tuvieron que matar un cerdo criado en Extremadura, del que él, es su máxima expresión. Que ya curado en la sierra salmantina, iba a ser las delicias de un montón de amigos del lado de allá. Pero que por un raro efecto mariposa, no va a poder ser.
Incluso acudí a mostrarle esas raras formulaciones matemáticas que Rogerio expuso; no había manera. Ni con animaciones “fractales” producidas en mi computador conseguí que me entendiera. El solo tiene dos dedos para contar y todo lo demás, presumo le parece un “caos”.
Intenté también por la parte sentimental. Le conté que tengo un amigo que de pequeño, vivió con la duda de haber sido cambiado por un gitanillo a un grupo de cíngaros. Que lleva de apellido laranjas en honor a su tierra. Cosas de Quijotes. Y sigue sin entenderme.
Le comenté que gracias al efecto mariposa el contador del blog, pasa ya hoy de las 250 visitas. Que seguramente estará echando humo toda la semana. Y que no se preocupe, que en un sistema caótico en que causa y efecto interaccionan dentro de un orden, el resultado es siempre previsible.Si X=16, X/2=8421,1/2,1/4,1/8? En otras palabras: El jamón nos lo comemos. Un abrazo. Ángel
P.D.
Ando pendiente de una pequeña operación de cirugía, lo cual hace que entre la causa y el efecto intervenga el médico. Esperemos no sea de Tirtiafuera.

Baiqueeuespero disse...

Como bom Carviçaense que sou...cá venho eu "Botar" a minha opinião....
Nunca gostei muito do "efeito borboleta" prefiro o efeito "vai e vem". O efeito "vai e vem" é o que melhor se aplica a este Blog e aos Fóruns da nossa região. O efeito "vai e vem" defini-se de uma maneira muito simples....viemos hoje ao blog e amanhã voltamos a vir...mai nada.

Botai lá....
Abraço

Wanda disse...

Olá!
O que posso dizer?
Gosto do Blog,gosto dos colaboradores, gosto dos comentários, gosto de tudo que se publica aqui.
Cada dia vou DESCOBRINDO mais sobre a Vila de Torre de Moncorvo , suas aldeias, seu passado, seus ilustres e também sobre os costumes transmontanos
As fotos são bastante interessantes,os recortes de reportagens antigas, tudo muito bem distribuído.
Acho que nada e nem ninguém deveria mudar, porém, se assim acontecer, continuarei vindo aqui visitar-vos,porque sempre fui bem recebida e porque é prazeroso estar ao lado de vocês.
Espero que o efeito borboleta desta vez, seja representado pelas papoilas,cada uma que se abra ai, nasça mais um sorriso aqui.
Estamos conversados.
Abraços
Wanda
São Paulo,25 de maio de 2009

Anónimo disse...

Olá, Amigos(as) do Blogue:

Sou Professor, aprendendo a Vida, ensinando.
Um dia, já lá vão muitos dias, tive um cão (cão mesmo, como o do Manuel Alegre) a assistir a uma aula teórica, em sala bastante cheia. Era de “Matemáticas Gerais”, na sala 77, lembro-me bem!
As minhas aulas eram (são) de assistência livre.
Concluí que o cão entendeu tudo porque, sossegado, nem durante nem no fim da aula, o cão nada perguntou e nada disse. É verdade!
Tal como o cão, nada vou aqui perguntar.
Contrariamente ao cão, não estou a perceber aqui rigorosamente nada!

Um abraço,

J. Rodrigues Dias

N.Campos disse...

Tal como o Rogério anunciou aqui o seu último "post" (com muita pena minha, pois faria aqui muito mais falta do que eu, tal como o Leonel, tal como a Júlia, que desapareceu misteriosamente do rol dos colaboradores), também este é, aqui, o meu último comentário. Não vou entrar aqui em especulações de física quântica (que não domino), nem teoria de fractais, ou do "caos" induzido pelo efeito-borboleta. Direi apenas que falta saber se as condições para o efeito-borboleta já não estarão latentes na natureza a partir de dado momento, sendo o bater de asas, não fruto do Acaso, mas algo determinado, preexistindo neste caso o Caos ao acontecimento(as tais condições iniciais da teoria, referidas no tópico "definição matemática" do post R.R./citação "wikipedia"). Assim, falta saber apenas até que ponto foi induzido o bater de asas com intuitos de pricipitar o caos. Só o Criador o saberá, isto para quem é crente (azar, sou agnóstico!)
Bem, deixando a filosofia aos filósofos, a física aos físicos, a matemática aos matemáticos, resta-me agradecer a hospitalidade do Aníbal neste seu espaço, durante um ano, em que conhecemos muitas pessoas, divulgámos a terra, promovemos reencontros, e arranjámos aficcionados. A vida é uma sucessão de encontros, de desencontros, de reencontros, de partidas e despedidas (sobretudo quando vamos definitivamente para o país das caçadas eternas). Obrigado por me terem aturado os longos e enfadonhos comentários.
Até um dia destes,
N.
P.S. - Angel, amigo, traz o "jamón" que vino no te faltará. Dia 6/06.

Anónimo disse...

Angel,
com ou sem presunto,mas vem!
De vinhos já sabes o que a casa gasta.

LOPES disse...

Muito haveria para fazer e par dizer é com muita pena que o digo, mas enfim por vezes haverá alguém...
( O aluno pergunta ao professor- senhor professor eu não percebi - o professor responde não esteve atento seu grande choco)
Não podemos criticar os outros nem os menosprezar, porque as nossas mentes por vezes dizem e pensam o que nada de verdade o é.
A crise humana e pior que a crise social, portanto amigos e camaradas devemos parar e ter a noção do seguinte ninguém é superior porque o superior não existe, quer a nível informático que a nível literário entre outros.

Contudo me despeço e julgo ter aprendido do seguinte como o meu camarada Cidadão do Mundo (A.B) diz, Lopes nunca digas não mas chega a altura de o dizer e de o fazer, nunca procurei a competição nem nunca procurei emitar ninguém quer em palavras quer em imagens, sei que os direitos de autor por vezes não são respeitados, por aqueles que por vezes até desconhecem.

Portanto julgo ter feito parte de um grupo de pessoas que fez com que Moncorvo fosse conhecido e julgo ter contribuito para essa propagação ao nível regional (Setúbal), até breve.

Marco Deus disse...

Conclusões e teorias da conspiração à parte, ignorando efeitos de borboleta e desanuviando os pensamentos desta "Primavera Triste", a verdade é que não consigo perceber o porquê e a razão do rumo que o blogue está a tomar. Questiono o que realmente terá sucedido para que em tão curto espaço de tempo tanta e "boa" gente tenha abandonado a posição de colaborador. Tinha prometido a mim mesmo que não comentaria mais este assunto. Pois que quem saiu, os seus motivos e razões há-de ter. No entanto a saída do Lopes, fez-me "quebrar" essa promessa, desconheço os motivos, nem pretendo. Razões e motivos naturalmente que os há. Só me resta lamentar esta situação, não acredito em "efeitos de borboleta" nem em crises existenciais (pois este blogue existe, existe para divulgar a própria existência de Moncorvo, do seu concelho, costumes e gentes), no que eu acredito é na seriedade e boa vontade que sempre foi demonstrada neste espaço. Aos que saíram, já o disse, não é um adeus, mas sim um até breve. E obrigado por tudo o que fizeram neste nosso "cantinho", graças às vossas matérias, fotografias, poesia, etc...etc...pude viajar (e pretendo continuar) diariamente de Braga até Moncorvo, num expresso chamado " Á Descoberta".

Obrigado,
até sempre.

Anónimo disse...

O amigo Marco deus disse "não acredito em "efeitos de borboleta" nem em crises existenciais (pois este blogue existe, existe para divulgar a própria existência de Moncorvo, do seu concelho, costumes e gentes)". Penso que acertou na "muche", se calhar o problema radica aí mesmo, se calhar moncorvo (e o concelho) já näo existe, a gente também já näo existe (há outra gente), e os costumes...se näo há gente também näo existem costumes (há, mas outros costumes.

MM

Anónimo disse...

Outros virão outros nasceram.
Penso que poderá haver alguém que justifique tais abandonos, mas de momento e como visitante lamento tais saídas mas cada um lá saberá o que por detrás estará.
Não querendo ser poeta pois poeta não sou, acho que colaboradores como os que sairam será dificil voltarem, mas por que não o Administrador mandar novo convite para os mover a entrar.
Força Anibal faz isso convida-os novamente eu daqui onde me encontro se fosse comigo faria mas é contigo.
Um abraço sabes quem sou T.R.

Anónimo disse...

No entanto a saída do Lopes, fez-me "quebrar" essa promessa, desconheço os motivos, nem pretendo.
porque dizes isto,Marco Deus? o Lopes está na lista actual se colaboradores.

Marco Deus disse...

O Lopes regressou à lista de colaboradores, no entanto tinha anunciado a sua retirada, temporária felizmente...

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