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quarta-feira, 4 de março de 2009

Torre de Moncorvo 7 de Março de 2009 - Turismo do Douro

Turismo do Douro promove primeiro encontro de agentes do sector


A nova Entidade Regional Turismo do Douro dá voz aos empresários e agentes do sector de toda a região. O I Encontro, destinado principalmente aos agentes locais do Douro Superior, realiza-se na Associação Comercial e Industrial de Torre de Moncorvo, no dia 7 de Março, pelas 15 horas.
A Direcção eleita para a Turismo do Douro definiu como uma das prioridades do seu mandato organizar encontros com os agentes locais e regionais, directa e indirectamente, ligados à actividade turística. Esta intenção, dada a conhecer pelo seu presidente, António Martinho, no seu discurso de tomada de posse, tem por objectivos auscultar as preocupações e os receios dos profissionais em relação ao sector na Região, percepcionar as expectativas dos vários empresários relativamente ao trabalho a desempenhar pela nova entidade, mas igualmente saber que contributos poderão eles e as demais entidades e instituições envolvidas dar à Região e ao turismo.
Foram convidados para este Encontro as autarquias dos concelhos que integram a Turismo do Douro, as Associações representativas do tecido empresarial; os estabelecimentos de ensino, os empresários da Hotelaria e Restauração, as agências de viagem; as empresas de rent-a-car e animação turística, a comunicação social da Região, entre outras instituições relevantes. O I Encontro tem como convidado/moderador o director do Departamento de Estudos do Turismo de Portugal, Sérgio Guerreiro, que falará sobre as políticas do Turismo de Portugal, direccionadas ao sector


Autor:-Cidadão do Mundo


FONTE:-NOTÍCIAS DE VILA REAL

7 comentários:

Anónimo disse...

Creio que o blogue deve dar toda cobertura a este evento ,tão necessário para o desenvolvimento sustentado do concelho.
Atenção pois, aos blogueiros que estão de serviço na região.
L.N.

n disse...

ok, L.N., lá estaremos!
É significativo que este 1º Encontro promovido pela Entidade REgional de Turismo se realize no Douro Superior, e mais especificamente em Torre de Moncorvo, e, mais ainda, no período da Amendoeira em Flor! É que nem só de vinho viveu/vive o Douro. Todavia, se queremos continuar a ter o Cartaz das flores das amendoeiras, é imperioso que se replantem estas árvores, que mais não seja, então, pela flor, como acontece no Japão com a cerejeira (a "sakura") que despovoa os escritórios das cidades em direcção aos campos, numa saudação de boas-vindas à primavera! Mesmo que não compense muito, hoje em dia, a produção de amêndoa, acho que se deve incentivar a plantação, apenas para o auto-consumo e confeitaria regional (amendoa coberta) o que , aliado às que se pudessem plantar à beira das estradas principais, garantiria, pelo menos, algum regalo para o olhar turístico. De outro modo, qualquer dia teremos exceursões à "amendoeira em flor fictícia".... E, como já dissemos noutro comentário, há que marketinguizar convenientemente este e outros produtos (com referência sobretudo ao produto "paisagem", monumentos,museus, gastronomia, confeitaria, onde se inclui essa outra especificidade moncorvense que é a "amêndoa coberta" etc...).
Como a sessão decorre na sede da ACIM, julgamos que não faltará quem saliente a quem de direito todos estes aspectos. Em todo o caso o presidente da referida Entidade de Turismo do Douro também conhece bem a nossa região, pelo que temos garantias de que seremos compreendidos - só esperemos que os fundos não fiquem em "dose de leão" no eixo Vila Real/Régua/Lamego.... Parafrasenado o H.E.jr: "entendeu??"

Anónimo disse...

O que se passou na reunião?
Texto e fotos do blogueiro destacado para a cobertura do evento.
Não é!

Anónimo disse...

Na reunião estiveram presentes, além do Presidente da Entidade de Turismo do Douro, Dr. António Martinho, o Dr. Luís Costa (Turismo de Portugal), o Engº Aires Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Torre, e o Sr. Dinis (Presidente da Associação Comercial e Industrial de Torre de Moncorvo,em cujo auditório se realizou o Encontro). O Presidente do município de Torre de Moncorvo abriu a sessão, referindo as grandes potencialidades turística do concelho a saber: o Douro, a serra do Roborêdo e o vale do Sabor, salientando que vamos ter aqui "uma grande área de lazer que será a albufeira do Sabor" - palavras suas. Salientou ainda os projectos de vias em perspectiva: auto-estrada de Trás-os-Montes (sobre o actual traçado do IP-4), o IP-2 e o IC-5. Por isso, considerou que se começam a perspectivar condições excepcionais para o desenvolvimento turístico.
Por seu lado o Dr. António Martinho deixou bem claro que a entidade de Turismo do Douro tem plena consciência de que o Douro não chega só até ao Tua, mas que continua até à fronteira, abarcando 19 municípios, não sendo, por isso, por acaso, que se fez questão de se realizar esta primeira reunião no chamado Douro Superior, em Torre de Moncorvo (tendo sido convidadas entidades dos concelhos de Foz Côa, Freixo de Esp. Cinta, Carrazeda de Ansiães e Vila Flor, além de T. Monc.). Destacou ainda o cartaz turístico da "Amendoeira em Flor", uma especificidade do Douro Superior que tem que se valorizar. Informou ainda que a Entidade de Turismo já conseguiu que viesse à região do Douro uma digressão de uma orquestra, no âmbito de um ciclo denominado "Música em Museus" (de iniciativa do INATEL), devendo realizar-se também um concerto no Museu do Ferro, em data a agendar - informação que prestou em 1ª mão.
O Dr. Luís Costa, com base numa apresentação Powerpoint, demonstrou o crescimento que o turismo tem vindo a ter, a nível mundial, salientando que, a partir de 2005, houve um crescimento significativo das Dormidas, que se traduziu em mais 5,2% em 2007, em Portugal. No entanto, disse que era preciso não esquecer a forte concorrência de outros mercados, nomeadamente asiáticos, além de outros países europeus. Assim, a nível nacional elaborou-se um Plano Estratégico Nacional de Turismo (o PENT) q tem como meta o ano de 2015. Segundo este plano, um dos eixos consiste na identificação de: Produtos, Destinos e Pólos. Pôs a tónica na necessidade de organização, requalificação de destinos turísticos, estruturação de "clusters" e identificação de 10 produtos estratégicos. Nestes "produtos" (entre outros) considerou os segmentos: Golfe, a Aaúde e bem-estar; Negócios e o incontornável Sol & Praia. Outros dos objectivos era "aliviar" a carga dos chamados "grandes destinos" (Lisboa, Algarve, faixa litoral Oeste, Madeira) procurando direccionar o Turismo também para outras zonas, especialmente: DOURO, Serra da Estrela, Oeste, Litoral alentejano e Porto Santo. Deste conjunto de novas opções, o Turismo Portugal considera que a região do Douro é a que mais se destaca pelas suas potencialidades: Paisagem, Cultura e Tradição, Acolhimento. No q respeita à paisagem, há que ressaltar a presença do Rio (com navegabilidade) e Montanha; no tópico Cultura e Tradição, as romarias, procissões, eventos diversos, as aldeias antigas e pitorescas, os aspectos patrimoniais (Monumentos, Museus...); no que toca ao Acolhimento, inclui a gastronomia, estabelecimentos turísticos e serviços, além da hospitalidade das populações.
Em termos de mercados-alvo, o Dr. Luís Costa citou em primeiro lugar o mercado nacional, seguido da Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Holanda e Escandinávia.
Considerou como Produtos prioritários em que seria necessário trabalhar, o "Touring" cultural e paisagístico, a Gastronomia e Vinhos ("Vinho do Porto" e vinhos de mesa).
Referiu-se posteriormente aos vestores de financiamento, como p. exemplo o QREN (através dos P.O.'s - planos operacionais), as hipóteses de crédito ao investimento e Programa de Intervenção do Turismo > apoio ao investimento no turismo alinhado com o PENT.
Houve um período aberto ao público, tendo-se registado várias intervenções, em redor de situações específicas e concretas, explanação e pedidos de esclarecimento de dúvidas e pedidos de informação diversos, por parte de agentes económicos presentes, sobretudo proprietários de unidades de turismo rural ou de habitação.
Na sua intervenção final o presidente da Câmara de Moncorvo salientou ainda a necessidade de se investir no caminho de ferro, pois esta é a via mais directa/caminho mais curto para a grande porta de entrada turística que é o Porto. Bastava que se melhorassem as condições técnicas da via e do material circulante, até ao Pocinho, em vez de se desinvestir no troço da Régua para cima. > Acresce que apoiamos inteiramente esta pretensão, já que não é concebível uma região turística do Douro sem caminho de ferro (e não só para turistas, pois os "índios" que cá vivemos também temos direito a esta acessibilidade, sobretudo a mais ecológica e económica).
Os responsáveis presentes, do Turismo Portugal e Entidd Regional de Turismo tomaram as devidas anotações e prometeram fazer chegar estas questões às entidades governamentais do sector.

Isto é apenas um breve apontamento, respondendo à solicitação de alguém. Para mais informação vejam o próximo nº. do jornal "Nordeste" (Bragança), pois que nos pareceu ser, senão o único, dos poucos órgãos de comunicação social que estiveram presentes nesta reunião.

P.S. - já agora, em termos de projecção turística da região, achamos pouco curial que numa Feira de Produtos da Terra (agora já podemos falar, porque já se realizou), predominem stocks de roupas e afins, e, no sector da restauração, surjam pratos de leitão da Bairrada, "picanhas" e "rodízios" (brasileirices), coisas que não têm nada a ver com a região!!! - Produtos da Terra = de que terra?? (não desta, certamente...). O turista que vem do litoral tem lá boutiques que sobram e grandes superfícies onde comprar todo o tipo de farrapinhos; tem muito onde comer picanha e leitão à bairrada. O que o turista procura, naturalmente, são coisas daqui!! - e, para levar daqui (está bem que estavam lá o queijo, os enchidos, os vinhos, a amêndoa coberta), mas, porque não, outras graduras e produtos de colheita do lavrador, em barracas (não gostamos da palavra "stand") em que produto fosse apresentado de um modo típico/autêntico, como nas feiras do antigamente. Pensamos que, neste aspecto, a Feira dos Produtos da Terra, nas suas primeiras edições, já esteve melhor e mais próxima do conceito que referimos. - Não se veja isto como um "dizer mal" propiciatório de uma imediata "caça às bruxas" (-quem é este "boqueiro"??) mas a manifestação de uma opinião, ou melhor, de uma observação (nem sequer ouso aplicar a palavra "crítica") construtiva. É que, se quisermos falar de "Turismo" a sério, tem que se parar para pensarne estudar a melhor maneira de chegar aos interesses dos públicos-alvo. E acho que não é preciso fazer grandes inquéritos de rua junto dos visitantes, nem grandes "estudos" de altos especialistas de marketing, com as suas elaboradas análises SWOT, e fórmulas e equações, pagas para demonstrar evidências... - Argúcia e bom senso serão os melhores instrumentos de medida, digo eu.
Em todo o caso, a Feira de Produtos (realmente) da Terra, deverá ser uma iniciativa a prosseguir, evidentemente, com toda a projecção necessária.

Anónimo disse...

ERRATA:

No Comentário anterior,
- onde se lê: "Aaúde" > deve ler-se "Saúde";
- onde se lê: "vestores de financiamento" > deverá ler-se "vectores de financiamento"
- onde se lê (no penúltimo parágrafo): "parar para pensarne estudar" > "parar para pensar e estudar".
Peço desculpa por estes lapsos, resultantes de se escrever directa e apressadamente para a "janela", com caracteres tão pequenos e ainda por cima à noite.

Mais haveria a dizer sobre o tema, mas optámos por não cansar os leitores. Ah, e quanto ao mais, fica o benefício da dúvida; SE os apregoados milhões para o Douro não serão algo similar aos propalados milhões para o Côa (de que se ouviu falar no tempo em que, parecia, as vacas estavam até bem mais gordas... lembram-se??). Para dizer a verdade, do que ouvimos, pareceu-nos lícito concluir que há muitas peias aos financiamentos, nomeadamente no que respeita às articulações com o sector bancário (houve ausência de representantes deste sector), pelo que a intervenção da Entidade de Turismo do Douro acabará por ser, no futuro, um pouco como o das antigas Regiões de Turismo (edição de uns folhetos, promoção de uns eventos, outdoors, e pouco mais - oxalá nos enganássemos); a grande virtualidade, para já, é que, pela primeira vez, o Douro é promovido no seu conjunto e já não aparece espartilhado por uma Região de Turismo do Nordeste (sedeada em Bragança e q naturalmente "puxava" mais para Norte o seu interesse, com os potes das Norcaças & similares), e da R. T. Douro Sul/Lamego, com amplas zonas brancas que não eram abrangidas por quaisquer regiões de turismo.
A direcção da E.T.D. merece-nos toda a confiança, já que é composta por durienses/trasmontanos que conhecem bem a região e os seus problemas, mas não pode fazer milagres, sobretudo neste cenário de Crise que sabemos.
Esperemos para ver e esforcemo-nos para não ser (muito) pessimistas.

Anónimo disse...

Missão cumprida do repórter/blogueiro de serviço.
E agora? Ler e saco roto?
Blogueiros,, participem:
elaboração de um texto com propostas viáveis e de uma leitura em mancha de óleo( o que temos, quem somos ,o que podemos oferecer com qualidade ,como melhorar essa qualidade, como expandir ..como nos integrarmos ...).
Aproveite-se o encontro de sábado, dia 14.

Entenderam?

Anónimo disse...

ok, ok, H.E.jr! cá o esperamos, com o tal famoso licor de canela.
inté 14.
Abração.

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